A maioria confia no extrato do Banco, como confia no sistema de urnas eletrônicas.
O que o banco mandar como extrato impresso ou por e-mail, confia cegamente.
Ninguém faz auditoria dos seus investimentos em bolsa, fundos imobiliários, despesas correntes, cartão de crédito e INSS.
Se o banco cometer um erro você não perceberá, a não ser que tenha a memória de um Asperger.
Vários bancos faziam sacanagens na época da inflação, quando lembrar de alguma conta ou preço era impossível.
Aqueles que são contra o voto auditável, são os mesmos que não acham necessário você auditar seu extrato bancário.
Se você quiser auditar o seu banco, terá de fazer sua própria contabilidade e não confiar na do Banco ou do TSE.
Quando receber o extrato faça o que se chama reconciliação bancária, e audite para ver se os dois batem.
Nosso problema é que não sabemos se os votos totalizados que a urna manda é exatamente o que o TSE recebe eletronicamente.
Não precisa ser na urna a fraude.
Possivelmente nossas elites vão votar contra o voto auditável, mas por favor comece já auditando seu Banco, sua corretora, seu cartão de crédito.










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