Satoshi Nakamoto é Szabo Nick

Nick Szabo é um dos cotados a ser o inventor do Bitcoin e merecedor de um Prêmio Nobel, mas ainda não há consenso dessa afirmação.

Esse artigo termina o mistério de quem é o Satoshi Nakamoto, inventor de Bitcoin.

Satoshi Nakamoto é Nick Szabo.

A prova mais contundente é a análise sintática dos textos de Nakamoto e Szabo, feita pela Aston University comparada com outros 11 pretendentes.

A melhor correlação, que usam mais as mesmas palavras, é o par Szabo e Satoshi.

Szabo é húngaro, que costumam colocar o sobrenome primeiro. Szabo Nick e não Nicolas Szabo.

Ou seja, possuem as mesmas iniciais.

A principal questão que eu não entendia é por que ele prefere o anonimato.

Szabo entende de história econômica e direito bancário, e sabe que “criar uma moeda é crime”.

Ele sabia também que os Bancos Centrais, Governos e Bancos seriam contra o Bitcoin e preferiu não ser envolvido e passar para outros.

Ele tem dois blogs, um chamado Unenumerated que vale a pena ler porque ele de fato é um gênio.

Mas ele tem um outro que apagou, e precisa ser garimpado no Way Back Machine.

Lá ele fala de bitgold, criptografia, e que precisava de dinheiro.

Nos seis meses que ele deixou de postar foi quando trabalhou no seu programa.

Eu não tenho dúvidas há mais de cinco anos, mas já esqueci de inúmeras outras dicas.

Como aquela em que Satisfied anuncia a possibilidade de criar chaves públicas com nossas iniciais.

Mas o exemplo que ele dá começa com NZ e não ZN.

Se você estiver numa conversa sobre bitcoin e não sabe de nada, diga que você conhece o criador do bitcoin.

Isso chamará atenção.

Compartilhe:
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn

Comentários

Leave a Reply

Your email address will not be published.

Mais Recentes

Outros Assuntos

Outros Canais

Receba os artigos por e-mail
Leia Mais

Artigos Relacionados

A Solução é Educação

Já discuti sobre o futuro do Brasil com várias turmas de profissionais preparados. Depois de duas horas de pessimismo e falta de soluções claras, alguém

Artigo Completo »