“The swabs that were performed over the last 10 days showed a viral load in quantitative terms that was absolutely infinitesimal compared to the ones carried out a month or two months ago,”
Resumindo, os testes hoje mostram uma carga viral infinitesimamente menor que dois meses atrás.
A maioria das pessoas acha que mutações de bactérias e vírus são sempre para pior.
Na realidade, a maioria das vezes quando surgem mutações virais elas são a nosso favor e a do próprio vírus, e não contra.
Por uma razão muito simples.
Mutações mais letais, matam mais.
Mutações mais brandas matam menos, e se espalham mais.
Se ocorrerem duas mutações, uma para melhor, uma para pior, depois de, digamos 10 dias, a mutação camarada terá se espalhado muito mais do que a mutação maligna.
Já escrevi sobre esse fenômeno, quando jornalistas lançaram pânico na população que lê jornais, sobre a inutilidade de pesquisar vacinas se haviam mutações do coronavírus.
Essa notícia de um médico italiano Dr. Zangrillo, chefe da San Raffaele Hospital de Milão pode não ser aceita por não ter sido publicada nem pesquisada com grupo controle duplo cego.
Mas confirma o que eu já sabia, e fiquei feliz com a frase “carga viral Infinitesimamente” menor.
Significa que a volta pode não ser traumática, e explicaria por que a maioria dos países não está tendo a segunda onda.
Boa notícia, que tenho certeza será publicada como Manchete do dia por todos os nossos jornais e a Globo.
Todos assinam a Reuters.










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