Como Escolher Nosso Futuro Presidente

 

Nossos formadores de opinião não têm a menor ideia do que seja um bom Presidente para um país.

Segundo esses intelectuais, que dominam a Globo e a Esquerda em geral, qualquer um pode ser Presidente.

Desde um operário iletrado e desempregado e até um Sociólogo aposentado, que somente administrou uma única secretária na vida.

Confundem “representantes do povo” com “competentes administradores da coisa pública e valores nos trilhões de reais”, que a maioria não são.

Das qualidades de um Presidente sequer discutem a necessidade de se ter um Presidente forte, em contraponto de um candidato Presidente fraco, que tem medo de se impor por insegurança. Exemplo, Marina.

Somos um Regime Presidencialista, onde o Presidente exerce excessivo poder de fato.

Aí está o perigo.

Presidentes inseguros e fracos são presas fáceis das raposas do governo, o Legislativo.

Presidentes fracos cedem quando jamais deveriam ceder, fazem acordos arruinados, dão muito mais do que tomam.

Lula fez acordos com Maluf, Sarney e Collor, e literalmente comprou votos no Mensalão, de tão fraco que ele era politicamente.

FHC quebrou o país endividando o Brasil com as promessas necessárias dadas para introduzir a reeleição nesse país, tão fraco politicamente que ele era.

Se fosse forte nem precisaria de mais quatro anos, para fazer nada. Só quatro Ministros eram seus, Malan, Paulo Renato, Weffort e Serra, e esse último nunca obedecia.

Eisenhower era uma personalidade forte e foi um dos melhores Presidentes de seu país.

A maioria de nossos Presidentes foram essencialmente fracos pelas seguintes razões:

1. João Goulart, Sarney, Itamar e Temer porque sequer foram eleitos, vices que eram.
2. Dilma foi um golpe bem sucedido do Lula para obter seu terceiro mandato, mas ninguém a obedecia, fonte de sua frustação. Dilma chamava Lula de “senhor”.
3. Jânio e Collor eram de partidos fracos e deu no que deu.

Bolsonaro transmite uma imagem de ser forte, mas temo que o establishment seja mais forte do que ele.

Marina faz questão de mostrar-se fraca, bem como Geraldo “Low Energy” Alckmin.

Mas o que mais assusta é que nenhum analista político sequer analisa sob esse ângulo.

 

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Comentários

15 Responses

  1. Vamos ser objetivos: O povo brasileiro detesta tomar decisões e sonha com um salvador da pátria pra fazer isso por ele. Avaliar candidatos de maneira racional e apartidária..? Nem pensar…! Nossas velhas e desonestas raposas políticas sabem disso muito bem e não dão a mínima pro que o povo acha ou deixa de achar (vide mordomias)…! Resumindo, ainda levará algumas gerações para termos nossos problemas resolvidos, pois isso depende de engajamento popular e aí, são mais 500 anos…. Se fizermos tudo direitinho.

  2. Mais fraco que todos esses candidatos somos nós eleitores, assistimos a tudo como se nada nos pertencesse………”eles sabem disso e por isso não estão nem um pouco preocupados”.

  3. Professor, respeitosamente discordo de sua opinião. Bolsonaro é fraquíssimo, tanto de ponto de vista político quanto moral (intelectual nem se fala).
    Temos presidentes fracos porque temos candidatos fracos e um povo que usa o título de eleitor como papel higiênico, votando em extremistas patéticos dos dois lados. Votei nesse elemento no segundo turno. Nunca mais.

  4. Com todo respeito, Sr Kanitz, Bolsonaro como político não resiste nenhum analisis . Medíocre , iletrado. Vejo muita parcialidade. Não é só o establishments que enxerga perigo de retrocesso civilizatório, nada diz sobre o centrão, militarização , a relação com o donos de igrejas onde prima a intolerância, quando falam do ungido. Veja com mais sagacidade, tenho a impressão que perdeu o olfato de analista político.

  5. Existe um denominado ‘defeito hereditário de filósofos”. Quando eles têm em si o defeito de partirem do homem presente e dessa forma acreditarem chegar ao alvo uma análise dele. Tudo que se anuncia, nada mais é do que um testemunho paupérrimo sobre o homem em um espaço de tempo muito limitado. A Psicologia consegue determinar a força de um homem ou de uma mulher, diante das dificuldades a serem enfrentadas. Portanto, dizer que alguém é frágil para assumir um cargo de Presidência da República, é desconhecer, além do potencial humano, a qualidade e formação de um indivíduo. Se o Sr. Kanitz tivesse conhecimento sobre o que é estudar na ESPCEX, NA ACADEMIA DAS AGULHAS NEGRAS e na ESCOLA DE OFICIAIS DO EXÉRCITO, talvez não fizesse uma análise tão mesquinha do Sr. Jair Messias Bolsonaro comparando-o com alguns dos demais candidatos. Na verdade não foi uma análise completa de todos. Poder-se-ia sim, mencionar quais seriam os atributos fundamentais em termos de CONHECIMENTO NO CAMPO DE GESTÃO, DE FINANÇAS PÚBLICAS, DE VISÃO ESTRATÉGICA DE FUTURO, questões que poderiam ser imprescindíveis a uma boa gestão pública. Perdemo-nos novamente na mediocridade analítica de um filosofar estético ideológico e não das profundas necessidades que precisaria ter um PRESIDENTE para poder conduzir a nação brasileira. Pena.

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