Contabilidade Social no Brasil

 

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Nas Economias de Mercado, o toma lá dá cá das negociações entre pessoas é feito no ato, e com preço determinado.

1 Débito = 1 Crédito.

O pagamento poderá até ser a prazo, mas tudo é acertado às claras, num documento ou contrato assinado entre as partes.

E contabilizado, permitindo uma auditoria posterior.

Na Contabilidade Socialista ou Social, o toma lá dá cá é feito na base do fio do bigode, na confiança, sem contrato firmado, muito menos auditoria.

Pior, sem mesmo um preço determinado.

Quantos acordos economicamente absurdos são realizados entre políticos do tipo vote em mim e eu darei um cargo para a sua filha, para sempre?

Na Contabilidade Socialista, sempre com o dinheiro dos outros, o débito pode nada ter a ver com o crédito.

Nunca me esqueço da cena ao entrar no gabinete de um Senador de Minas Gerais, cheio de pedintes de empregos públicos em troca de votos, pelo jeito.

Tive que esperar duas horas para poder mostrar o que tinha feito com os fundos de pensão americanos, o contrato que firmei com a Towers Perrin, para solucionar os R$ 200.000.000.000,00 que o Brasil estava devendo.

Ele era o vice-presidente da Comissão de Dívida Interna, mas não estava muito interessado. Não prometi votos, ou essas corrupções do PT.

Uma obra de US$ 1.000 milhões para um ditador africano em troca de 3% para o partido, ou US$ 30 milhões.

Danem-se os US$ 930 milhões que o Brasil perde com isso.

Os acordos que Cunha fazia com seus deputados eram todos do tipo Contabilidade Social.

Um toma lá dá cá com dinheiro dos outros.

E para sua surpresa, descobriu outro problema dessa prática nociva.

Dos 150 deputados que lhe deviam favores, só 10 os devolveram.

Por isso políticos e esquerdistas são contra o sistema capitalista de livres contratos, transparentes, públicos, registrados e auditados.

Por isso a esquerda é contra a Economia de Mercado, por ser muito mais honesta, equitativa e transparente, algo inaceitável.

 

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2 Comments on Contabilidade Social no Brasil

  1. Sim é verdade. É a esquerda que não gosta de transparência:

    “Na calada da noite de ontem, PSDB comandou um esquema para livrar criminosos do caixa 2, junto com PMDB e PRB, PP. A manobra, articulada principalmente por deputados paulistas, com Carlos Sampaio do PSDB como principal articulador, foi feita para salvar alvos da Lava Jato, como Serra, Temer e outros. O aval foi do “presidente” Rodrigo Maia. Só não foi bem sucedida porque deputados do PT, PSOL, Rede e outros partidos menores impediram a votação.
    Era para ser um ESCÂNDALO, mas já está sendo devidamente abafado. Os envolvidos todos negam participação. O jornal da Globo de ontem omitiu o envolvimento do seus queridinhos, falando em “grandes partidos”, e hoje a mídia está seguindo a cartilha de esconder a tucanagem.”

  2. Contabilidade Social deveria ser de interesse social, onde se valoriza o investimento feito em favor das pessoas mais necessitadas, dos idosos, dos incapazes e também do ambiente em que vivemos, na proteção das águas, rios, lagos, fauna e flora.
    Infelizmente tomou caminho do “socialismo comunista”, que nivela a todos por baixo, ficando só o pessoal do governo com acesso a tudo de bom.
    Vi bem isso em Moçambique, no tempo de Samora Machel e seu sucessor: povo passando fome e o governo esnobando e ostentando riqueza.

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