Casamentos Complicados

Muitos dos conflitos de casais modernos surgem do fato que muitos casaram com um parceiro de letra errada.

P com G ou G com P, obviamente serão casamentos problemáticos.

São duas visões de mundo, política e sexualmente diferentes.

A verdade nua e crua é que ambos, homem G e mulher G, não têm família. Não constituem família, não acreditam na família.

A transição de uma sociedade Poligâmica para Monogâmica não foi uma transição imediata, e, como o leitor já deve ter suspeitado, até hoje algumas mulheres e especialmente homens questionam a monogamia.

Pior, a defesa da cultura P, ficou restrita a alguns grupos religiosos e igrejas. A maioria dos intelectuais defende a cultura G, e eu faria o mesmo se estivesse dando aula para 50 jovens alunas.

Mas existem argumentos mais modernos, para insistir que o conceito família é importante para o bem estar da sociedade, que a cultura P não é coisa de carola ou de pessoas antiquadas.

 

O Livro Família Em Primeiro Lugar que contém estas 365 Lições pode ser adquirido na Livraria Cultura

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6 Comments on Casamentos Complicados

  1. “eu faria o mesmo se estivesse dando aula para 50 jovens alunas.” Essa foi a melhor de todas!! Ganhei o meu dia!! Me escangalhei de tanto rir.. mas falando sério…
    Estamos numa era de ilusão… minha visão atual é a seguinte: para um casamento dar certo (além de procurar a “letra certa”) o homem não pode ver pornografia e a mulher não pode ver novelas. Simples assim. Digo isso pois vejo que esses tipos de mída alimentam pensamentos e sentimentos que o casamento simplesmente não pode proporcionar e isso leva à frustração.
    Apenas o estilo de vida tipo G pode proporcionar o que é vendido pelas novelas e pornografia. Não tem como um homem saudável se comportar diariamente como o José Mayer se comporta diariamente na novela. Não tem como competir com ele!!! E a mulher real não vai agir como as atrizes do mundo pornô… é uma competição desleal pois tudo se baseia em fantasias… e se é fantasia não é real. É bom relembrar o significado disso por mais óbvio que pareça.
    Agora, querer encontrar o amor da sua vida numa balada e ainda esperar ligação no dia seguinte… façam-me o favor, né mulherada… serão mesmo usadas pelos homens tipo G e pior ainda se ele treinar a arte da sedução!!!
    Como o senhor disse não tem como dar certo casar com “uma letra diferente da nossa”.
    Sr. Kanitz mais uma vez parabéns pelo texto e obrigado pela aula.
    Fabiano

  2. Sr. Kanitz,
    meu nome é Andressa Santos e escrevo do Rio de Janeiro. Nos conhecemos no lançamento do seu livro, Família Acima de Tudo, quando meu noivo (Márcio) e eu saímos de Angra dos Reis para te conhecer. O que nós não sabíamos é que São PAulo alagaria no dia seguinte e nos deixaria presos na rodoviária lendo seu livro inteirinho!!!
    O Sr. sempre esteve presente no meu namoro. O Márcio sempre diz: “- o Kanitz sempre diz que…”, “- O Kanitz tem tal opnião…” e tenho que dizer que o seu livro foi decisivo para que pouco antes do Natal Márcio me pedisse em casamento.
    De modo que esse comentário é para dizer que dentro de algumas semanas estaremos enviando para seu escritorio (Rua Pe Garcia Velho.., é isso mesmo?)o nosso convite de casamento, que acontecerá dia 27/11/10. Mesmo que o Sr. não possa vir, queremos que o guarde e saiba que o sr. ajudou a formar uma família “p” e que estaremos sempre passando adiante as idéias do livro.
    Estamos esperando o lançamento do próximo. Estaremos lá!
    Aguarde nosso convite, por favor!
    Andressa & Márcio.

  3. O que falta é busca interior. Quando a pessoa é centrada (não egocêntrica)ela alcança um equilíbrio pessoal, e sua capacidade de amar e doar cresce muito. Ela não precisa do parceiro e da sociedade para sugar, e se auto afirmar. Portanto ela pode amar verdadeiramente, pondo a necessidade do outro primeiro. Nesse caso não há poligamia. O que importa é o amor integral que inclui o sexo. Quem escolheu e alcançou isso. Construiu família com laços de amor sólidos. Muito dificilmente vai trocar uma escolha com muitos níveis de realização pela banalização do sexo poligâmico, que tem muitos rostos atraentes, mas não tem alma, nem coração.

  4. Kanitz,
    A Família é o alicerce do ser humano, é um local onde se forma a personalidade o indivíduo e por isso deve ser cultivada. Se pessoas com a visibilidade do senhor se propusrem a VALORIZAR esta instituição creio que podemos mudar o conceito de que casamento é um parque de diversões. Eu acredito que o casamento e logo a família tenham de ser levado mais a sério, pois a banalização destes relacionamentos estão criando mães vulgares e pais relapsos, resultando em filhos desiludidos da idéia de formar família. As mulheres perderam a vergonha e acham que podem trocarde parceiro,mesmo casadas, a toda hora, por sua vez os homens estão com dificuldades de entender esta deteriorização feminina e não querem mais saber de manter UM relacionamento sério. Resultado: a ANARQUIA social!Que Deus nos coloque no Prumo novamente!

  5. Professor Stephen Kanitz… Bom dia !
    Quando falei que, ao ler seu “Família acima(1* lugar (?)lugar) de tudo(?) “, fiquei com a sensação de que “valeu o investimento”, refleti, também , que pode vir-a-ser muito bom para o “mundo corporativo” incluir estes assuntos em seus processos decisórios complexos.
    O fato de o livro ter sido escrito/publicado por um “macho contemporâneo bem sucedido , pelos indicadores socialmente aceitos”, pode ajudar…muito, a meu ver…
    Obrigada e bom final de semana.

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