A Nova Luta de Classes

 

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A nova luta de classes que se trava no Brasil é entre duas classes distintas.

Os ladrões e os roubados.

Os roubados somos nós indivíduos que pagamos impostos, FGTS e contribuições previdenciárias que somem no dia seguinte. Entre no site do Ministério da Fazenda, digite o número da sua carteira de trabalho, e veja qual é o saldo acumulado para a sua aposentadoria, e quanto você já contribuiu para ela.

Os ladrões são quadrilhas organizadas, com cérebros e intelectuais formados em escolas de elite, que nos tiram 42% da nossa renda e fazem o que bem entendem com o dinheiro.

Quando cito o nome deles ficam “chateados” comigo, mas vocês já sabem a maioria quem são.

Desde 1988, estas quadrilhas nos roubaram 8 trilhões de reais, repito 8 trilhões de reais, muito mais do que os valores que sumiram da Petrobras, BNDES, Odebrecht, etc.

TODAS as nossas “contribuições previdenciárias” para as nossas aposentadorias foram roubadas, por ministros da Fazenda.

Quando chamam Guido Mantega de ladrão nos restaurantes, estes poucos corajosos nem sabem que a ladroagem foi de R$ 8.000.000.000.000,00.

Óbvio que o INSS, IBGE, IPEA, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, FGV, PT, PSDB, PMDB não calculam este sumiço, por razões óbvias.

A nossa Constituição Federal é bem clara:

Art. 201. A Previdência Social será organizada observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial.

O dinheiro deveria ser depositado num Fundo Financeiro, e as aposentadorias determinadas por cálculos atuariais.

Nenhum fundo foi criado, pior, o dinheiro some imediatamente para pagar a velha geração, imprevidente, sem nenhum equilíbrio atuarial.

Os jovens são literalmente roubados pelos mais velhos. Os jovens deveriam ter suas contribuições e aposentadorias calculadas e apuradas pela soma de juros que suas contribuições auferiram ajustadas corretamente por critérios atuariais.

É assustador que somente Administradores Socialmente Responsáveis alertam a população destas pedaladas. Engenheiros como Joaquim Levy, economistas como Nelson Barbosa e sociólogos como Fernando Henrique Cardoso ficam mudos nestas horas.

É hora do Brasil mudar sua gestão minha gente.

Algo para se pensar.

 

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