Margem de Lucro das Empresas Brasileiras 1964-2016

Rentabilidade do Brasil

PROFIT MARGIN OF BRAZILIAN COMPANIES

 

Infelizmente não temos a cultura do Benchmarks no Brasil, porque não temos a cultura do Administrador.

Esse foi um dos meus objetivos de vida, quando procurei a Exame com a ideia de criar Melhores e Maiores, mas o projeto foi descontinuado.

Procurei a FIESP, na figura do Horácio Piva, e outros órgãos empresariais sem sucesso.

Decidi fazer isso com recursos próprios e assim deixar um legado para a futura gerações de Administradores de Empresas, cansados com Taxa de Juros, Câmbio, Deficit Governamentais com os benchmarks mais perseguidos pela elite brasileira.

Uma das variáveis mais importante para o crescimento sustentável de uma economia é a margem de lucro das empresas.

O lucro gerado por cada R$ 100,00 de produtos oferecidos.

Esse é o indicador mais seguro de capacidade da empresas de reinvestimento de lucro, sem recorrer a dívidas ou aportes adicionais de capital.

Essa série é única na internet, o que mostra o quão pouco nossos governos, Universidades, e a própria FIESP, IEDE, Associação Comercial, se interessam em custear estudos nesse sentido.

Ofereço este estudo ao qual me dediquei por 40 anos, com um alerta de que não podemos mais desprezar pesquisas em Administração Responsável das Nações,

Pelo gráfico, a projeção é que a partir de 2025, não teremos mais recursos para reinvestir.

 

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5 Comments on Margem de Lucro das Empresas Brasileiras 1964-2016

  1. Quando uma empresa tem prejuízo ao vender o seu produto? Por exemplo…. 1991.. e 2015. Pois se for prejuízo de resultado não se assemelha ao estudo do lucro, e sim de uma gestão como um todo.

  2. Interessante seria saber se o eixo vertical é em % (margem de lucro), e se a escala é de 10 em 10? É o correto? Creio eu que sua projeção para 2017 e 2018 está muito otimista ante a realidade que vemos hoje. De qq maneira parabéns pelo trabalho! É disto que precisamos: visão histórica de médio e longo prazo de acordo com as políticas econômicas implantadas em cada governo. Percebemos claramente que o período entre 2003 e 2014 foi constante e muito positivo. Cabe refletirmos sobre isto. Foi muito bom para todos os segmentos e classes sociais. Os números não mentem. Parece que agora estamos no caminho ao fazermos o inverso da filosofia deste período, que seria aumentar o consumo através da distribuição de renda em um círculo virtuoso constante. A tendência será resultados negativos, ou muito modestos, claro!

  3. Hoje as empresas estão quebradas, devido ao “custo Brasil”, totalmente sem infra estrutura, o que dificulta a exportação e o comércio interno. Para uma empresa conseguir mercado, simplesmente tem que trabalhar sem margem alguma, apenas “trocando figurinhas”.
    Como fazer investimentos, sendo que não conseguimos nem subsistir?

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