Economia Estável ou Família Estável?

 

Muitos acham que a estabilidade da economia é mais importante do que a estabilidade da família.

A geração paz e amor colocou na sua velhice o crescimento do PIB como meta porque quanto maior o PIB, maiores os impostos que poderiam cobrar da nova geração, maior a dívida, o tamanho do Estado.

Felicidade não é o crescimento do PIB.

Felicidade é a harmonia entre as pessoas, que começa com a harmonia no casamento. Harmonia no casamento traz harmonia entre as gerações, e não esta luta pai versus filhos dos outros.

Vamos estabelecer novas metas para a sociedade, para nossos sociólogos e acadêmicos.

Vamos estabelecer como uma meta prioritária reduzir o número de divórcios para 10% em 2030.

Vamos estabelecer como meta reduzir o número de casais infelizes com seus casamentos para 20% nos próximos 20 anos.

Passos estes para conseguirmos outros objetivos na vida.

 

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5 Comments on Economia Estável ou Família Estável?

  1. Raramente respondo aos comentários, costumo ler vários no intuito de tentar perceber o universo de pensamentos e ideias que circulam, mas em seu caso não resisto a dar-lhe os parabéns pela coragem de ter refletido sobre o passado, ponderado e ainda tornar público. Às vezes não temos como consertar o passado, significaria muitas vezes piorar a situação, mas sempre podemos recomeçar. Abs.

  2. O problema é que não buscamos mais a felicidade e sim sermos mais felizes ou melhores que outras pessoas, eu acredito que muitos perdem mais tempo observando os outros e ficam sem tempo para se conhecerem melhor. Sem sombra de dúvida o capitalismo tem grande culpa nisso, antigamente se tinha mais tempo para os filhos, cônjuges, amigos, família… Hoje só se pensa em assistir novela, aparecer para sociedade, fazer moral com a chefia, ficar alucinado na balada, consumir, consumir… – Acredito que novela é um exemplo claro de viver no mundo da ilusão, tentar viver a vida de outras pessoas; Criar laços com a comunidade é excelente, mas o objetivo principal deve ser a amizade em si e não só para tirar proveito da situação; Na minha visão o profissional deve ser valorizado pelo que produz e não pelo quanto puxa saco; Na minha época eu ia para a balada curtir conhecer garotas, hoje a molecada vai para se entorpecer… Podemos citar outros diversos fatores, mas todos remetem a falta de percepção de vida, de buscar se conhecer melhor, de aprender a dar valor não apenas nos bens materiais, ouvir as pessoas e dar mais atenção à família…

    Deixo uma observação especial quanto à cultura consumista do nosso país, já vi
    casais brigando porque o vizinho tinha um carro melhor, depois vi o casal
    vizinho brigando porque o não conseguiu pagar a prestações do carro,
    posteriormente o marido perdendo o emprego porque acabou se abalando com os problemas financeiros e não teve a humildade de se abrir com a família, pedir
    ajuda e admitir seus erros…

    Dr. Kanitz acredito que a sociedade acadêmica poderia desempenhar um fundamental papel na mudança cultural que nosso país precisa, concordo que governo deve se preocupar – mas convenhamos se tivermos que esperar por eles… Nunca veremos uma solução; E atualmente a sociedade acadêmica está muito distante das pessoas e empresas, e tomando atitudes que vão continuar as distanciando – os mestres e doutores estão se isolando, utilizando linguajar incompreensível pelos leigos, não se preocupando e trabalhar a persuasão, eles não estão dando exemplos práticos – que empresário vai aceitar uma ideia de alguém que nunca teve uma empresa? E assim se dá nos demais ramos do conhecimento…

  3. Caro Kanitz… Não há como negar o que herdamos do pai da dialéctica Heráclito o “Panta Rei” – Tudo Flui -.Há uma marcha inextinguível no Universo que chamamos de expansão, inclusive se usa um termo econômico na Física para explicar esta dinâmica – Inflação Cósmica. No mundinho humano não poderia ser diferente, nós fluímos no tempo relativo de Einstein… O Estado evolui acompanhando ciclos econômicos dirigidos pela irracionalidade ( o que o Homem não consegue compreender) Platão o teorizou, o Império Romano o militarizou, passou pelo Feudalismo , Absolutismo, mudou de mão no Burguês, no Socialista e sempre consegue escapar aos rótulos, carimbos de nossos “especialistas” de Plantão…. Não tenho duvida que o homem é fruto do desequilíbrio de forças, pois o equilíbrio é a morte, A Paz eterna de Kant, ou seja, a sepultura. O Homem é um joguete das leis que regem a natureza pois não a transcende… A Família não está fora do espaço-tempo, por mais que gostamos dos nossos laços genéticos-afetivos, parece que para escapar do homem autêntico Heideggeriano nos iludimos que podemos planejar o futuro, que temos livre-arbítrio e o futuro sempre será melhor… Bem acho o que na verdade queria dizer é que a família também está evoluindo, alguns acham que evolução não é bom, então vamos voltar como no passado, outra ilusão… Vamos assumir o presente desequilibrado e Carpe Diem, pelo menos no meu caso. O dia hoje está muito bonito e vou seguir o conselho do Poeta Horácio, quanto as teorias vou deixar você se iludir que pode planejar o futuro, enquadrar o fluxo do universo dentro do antropomorfismo…..

  4. Estou dentro das estatísticas dos divorciados. Muitos falam mal dos casamentos, mas a época em que estive mais feliz, foi justamento dentro do casamento. Contudo, atualmente as pessoas não conseguem administrar os revezes existentes dentro da família. Nas redes sociais, aparentemente todos estão felizes, sem problemas, e o cônjuge sem estrutura acha que os outros são sempre mais felizes do que ele próprio. Sendo assim, quando a crise chega ao casamento, o primeiro “gap” encontrado é justamente o divórcio porque o cérebro sempre encontra o caminho mais curto para a solução dos problemas.
    Mas, na realidade sabemos que os atalhos nem sempre são as melhores opções ….

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