PROPOSTAS DO PARTIDO - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/artigos/politica/partido-bem-eficiente/propostas-do-partido/ Blog para se Pensar Wed, 27 Dec 2023 10:49:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 https://blog.kanitz.com.br/wp-content/uploads/2021/06/stephenkanitz-favicon-150x150.png PROPOSTAS DO PARTIDO - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/artigos/politica/partido-bem-eficiente/propostas-do-partido/ 32 32 A Importância da Contabilidade na Educação Básica Para Promover a Literacia Financeira  https://blog.kanitz.com.br/a-importancia-da-contabilidade-na-educacao-basica-para-promover-a-literacia-financeira/ https://blog.kanitz.com.br/a-importancia-da-contabilidade-na-educacao-basica-para-promover-a-literacia-financeira/#comments Wed, 27 Dec 2023 10:49:03 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29618 Educação contábil

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Como Ministro da Educação, uma das minhas iniciativas primordiais seria a implementação de um módulo introdutório de Contabilidade em todos os currículos do ensino médio. 

Esta medida teria o objetivo de equipar os estudantes com ferramentas essenciais para o gerenciamento eficiente de suas finanças pessoais, contribuindo assim para a prevenção contra práticas fraudulentas.

A Contabilidade, mais do que uma mera disciplina técnica, oferece uma perspectiva dualística essencial para a compreensão da realidade financeira e econômica. 

Esta perspectiva bifocal, encapsulada nos conceitos de débito e crédito, permite uma análise mais profunda e equilibrada das transações e dos eventos econômicos. 

Diferentemente de outras ciências que tendem a adotar uma abordagem unidimensional, a Contabilidade incita o indivíduo a questionar e a analisar as implicações bidirecionais de qualquer ação financeira. 

Por exemplo, ao considerar a aquisição de um direito, como uma aposentadoria, sob a ótica contábil, questiona-se imediatamente a fonte da obrigação correspondente, ilustrando assim o princípio de que os direitos de uma parte são frequentemente as obrigações de outra.

Quando alguém me diz que possui um Direito Adquirido, eu sempre respondo “Contra Quem?”

Economistas, advogados, jornalistas normalmente respondem “Como contra quem, contra ninguém, é um direito meu.”.

99% dos brasileiros contribuem com 28% dos seus salários, e não pensam duas vezes para onde este dinheiro vai. 

Assustador que seus pais que contribuíram por 30 anos, nunca pensaram no Débito, onde aquela dinheirama toda está sendo investida, se é que está.

Mas um contador saberá que os aposentados se aposentam retirando dinheiro da nova geração, o famoso pacto entre gerações que vocês nunca assinaram. 

A análise contábil se estende também ao domínio dos investimentos públicos, como a compra de títulos do governo. 

Enquanto um leigo pode ver apenas o aspecto do crédito, um profissional contábil irá explorar a natureza do débito associado, avaliando a sustentabilidade e a eficácia do uso dos recursos. 

Essa dualidade de visão é vital não apenas para as finanças pessoais, mas também para a compreensão mais ampla das políticas econômicas e fiscais. 

A falta de conhecimento em Contabilidade por parte de muitos economistas, por exemplo, pode levar a uma interpretação simplista de conceitos como o regime de caixa e de competência, confundindo assim a análise econômica.

Portanto, a Contabilidade não é apenas uma ferramenta para a prosperidade individual, mas também um componente crítico para o entendimento e a análise crítica das políticas econômicas e sociais. 

A inclusão dessa disciplina no currículo escolar poderia ser um passo significativo na direção de uma sociedade mais informada e financeiramente responsável.

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O Calote Inevitável da Previdência https://blog.kanitz.com.br/calote-inevitavel-da-previdencia/ Sat, 03 Jun 2017 13:10:40 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=20929   A Reforma da Previdência deveria ter ocorrido 30 anos atrás, mas nada foi feito. No Governo FHC, Fernando Henrique Cardoso pediu ao economista André Lara Resende propor uma reforma copiando a solução chilena. Ele voltou dizendo que nosso rombo da previdência (já) era impagável (em 1998), portanto nada feito, o jeito era ficar quieto […]

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A Reforma da Previdência deveria ter ocorrido 30 anos atrás, mas nada foi feito.

No Governo FHC, Fernando Henrique Cardoso pediu ao economista André Lara Resende propor uma reforma copiando a solução chilena.

Ele voltou dizendo que nosso rombo da previdência (já) era impagável (em 1998), portanto nada feito, o jeito era ficar quieto e continuar a mentir para a população.

Deixaram o pepino para o Lula, e sobre isso já escrevi.

Rombo impagável é IMPAGÁVEL, minha gente.

Vocês podem não entender de Administração Responsável de Nações, mas deveriam entender de um bom português.

Não há como pagar os atuais aposentados, ponto final.

Muito menos os que pretendem se aposentar nos anos que vêm.

O calote vem aí, não por má fé, mas por falta de grana.

Tudo que vocês depositaram para suas futuras aposentadorias foi gasto saldando deficit dos governos.

Não é culpa da nova geração que nossos jornalistas econômicos esconderam isso o tempo todo.

Os economistas, são sempre eles, como Maílson da Nóbrega, Pedro Malan, Guido Mantega, Nelson Barbosa, Joaquim Levy, simplesmente usaram sua grana na surdina para cobrir deficit do governo, inclusive o da previdência.

O MBL, o movimento da nova geração, propõe uma reforma que eu achei mais do que generosa.

Eles propõem garantir uma renda mínima para todos os aposentados que foram lesados por estes famosos economistas.

Não precisavam, mas o fizeram a um enorme sacrifício geracional.

Minha geração calhorda deveria ter lhes deixado um legado, e não uma dívida atuarial.

Só isso já merecia o apoio de vocês, velhos bobos e lesados.

O resto do plano coloca as bases sólidas para o futuro.

Assistam o Kim, que dará maiores detalhes.

Apoiem, porque senão tem coisa pior vindo por aí.

 

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Precisamos Mudar a Capital de Brasília, Já. https://blog.kanitz.com.br/mudar-a-capital/ https://blog.kanitz.com.br/mudar-a-capital/#comments Wed, 04 May 2016 14:27:03 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=19528   Tempo de leitura : 50 segundos   Brasília foi o início da corrupção do Estado, com obras superfaturadas desde o seu início. Pior ainda, Brasília foi um imenso erro de “economia desenvolvimentista”. Na época os economistas e geógrafos achavam que mudar a capital do Rio para o Centro do país geraria crescimento para o […]

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Tempo de leitura : 50 segundos

 

Brasília foi o início da corrupção do Estado, com obras superfaturadas desde o seu início.

Pior ainda, Brasília foi um imenso erro de “economia desenvolvimentista”.

Na época os economistas e geógrafos achavam que mudar a capital do Rio para o Centro do país geraria crescimento para o interior e integração nacional.

O Brasil era um país costeiro, ainda é, e estes intelectuais achavam que Brasília se tornaria um centro de distribuição do país, e geraria indústrias e desenvolvimento regional.

Jogamos bilhões fora, geramos um enorme ciclo de inflação que só terminou no Plano Real.

Isto porque boa parte de Brasília foi paga com dinheiro impresso e inflacionário.

Cinquenta anos depois o Brasil continua um país costeiro.

O centro de distribuição do Brasil surgiu sem a intervenção do Estado, se chama Uberlândia, bem abaixo de Brasília.

Brasília não atraiu uma única indústria.

É por isto que todos os políticos têm um único objetivo.

Tornar seus filhos também políticos ou terem altos cargos administrativos em vez de serem empreendedores.

É que os economistas desenvolvimentistas da época como Celso Furtado, Eugênio Gudin, esqueceram-se de propor a criação de ferrovias, sem a qual nenhuma indústria pesada e leve se instala.

Brasília é a única capital do mundo que não tem uma estação de trem, o centro da maioria das cidades.

Por isto Brasília criou toda uma “classe social” alienada da classe produtiva deste país, que só pensa num estado forte.

Distante do povo, os políticos vão para restaurantes tranquilos e se encontram para fazer acordos às escondidas sem nenhuma supervisão do povo no dia a dia.

Portanto, mudar a capital do Rio de Janeiro para Brasília foi mais um Erronomics monumental dos “desenvolvimentistas”.

Tanto é que nenhum verdadeiro desenvolvimentista, como engenheiro, orçamentista, operador logístico, administrador de empresas se mudou para Brasília. Somente os “economistas desenvolvimentistas” como Delfim Netto, Belluzzo, Cristovam Buarque, Nelson Barbosa e caterva.

Portanto, precisamos corrigir um erro.

Não estou propondo mudar a capital, e sim corrigir um enorme erro que está destruindo o Brasil.

Brasília jamais deveria ter existido.

Vou propor três soluções:

  1. Plebiscito propondo o fechamento da capital de Brasília, o novo local seria definido por uma comissão de notáveis a posteriori. Isto evitaria voto contrário das cidades perdedoras.
  1. Propor a volta para o Rio de Janeiro.
  1. Propor a mudança para Fortaleza, Porto Alegre ou outra capital.

Gostaria de ouvir opiniões.

Primeiro daqueles que querem manter o poder em Brasília.

 

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Precisamos de Um Ministério de Recursos Humanos https://blog.kanitz.com.br/ministerio-recursos-humanos/ https://blog.kanitz.com.br/ministerio-recursos-humanos/#comments Mon, 14 Dec 2015 14:16:11 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=18698   Tempo de leitura: 35 segundos   Toda empresa possui um Departamento de Recursos Humanos, e uma das propostas do Partido Bem Eficiente será criar este órgão já no primeiro dia de governo. Cargos serão preenchidos tecnicamente, por candidatos preparados há anos para o cargo, sem escapatória. Veja como cargos importantes no Brasil são decididos, […]

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Toda empresa possui um Departamento de Recursos Humanos, e uma das propostas do Partido Bem Eficiente será criar este órgão já no primeiro dia de governo.

Cargos serão preenchidos tecnicamente, por candidatos preparados há anos para o cargo, sem escapatória.

Veja como cargos importantes no Brasil são decididos, segundo o engenheiro da Petrobras – Pedro Celestino Pereira.

“Delcídio do Amaral, ao vislumbrar a ascensão de Lula, abandonou o PFL e migrou para o PT.

Pleiteou então ser ministro de Minas e Energia.

Lula, entretanto, já se comprometera com a nomeação de Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ.

Diante do impasse, Lula optou por convidar Dilma Rousseff, então secretária de Energia do Rio Grande do Sul, para ser a ministra.

Delcídio, então, pleiteou a diretoria de Gás e Energia da Petrobras para seu indicado, Nestor Cerveró, que com ele trabalhara na negociação dos contratos das termelétricas.

A diretoria de Abastecimento foi oferecida ao PP, cabendo ao então líder na Câmara dos Deputados, José Janene, indicar o seu conterrâneo paranaense Paulo Roberto Costa para o cargo.

Janene em 2005 foi envolvido no escândalo do chamado mensalão. Paulo Roberto ficou, assim, sem sustentação política.

Foi salvo por Jader Barbalho, e passou a ser bancado pelo PMDB.

Paulo Roberto teve sob sua responsabilidade dois grandes investimentos da Petrobras: o polo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.

Ambos tiveram seus orçamentos inflacionados em escala jamais vista em empreendimentos da mesma natureza.

Completa a lista de indicações políticas de Lula a presidência da Transpetro, a empresa de navegação e de dutos da Petrobras, entregue a Sergio Machado, ex-senador, líder do governo FHC, apadrinhado por Renan Calheiros.

Vê-se, assim, o progressivo desprestígio do corpo técnico da empresa, mais e mais limitado à função de carimbador de faturas, porta aberta para a deterioração dos padrões de comportamento funcional.”

 

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Uma Alternativa ao Keynesianismo https://blog.kanitz.com.br/keynes/ https://blog.kanitz.com.br/keynes/#comments Thu, 09 Oct 2014 14:00:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=218   O objetivo do Keynesianismo é maximizar o emprego, mantendo o número de desempregados ao mínimo para maximizar as chances de reeleição. Por isto, keynesianos são mais populares entre políticos populistas e demagogos do que economistas desenvolvimentistas, que pensam em crescimento de longo prazo. “No longo prazo estaremos todos mortos“, e sem cargos políticos. Keynesianismo […]

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O objetivo do Keynesianismo é maximizar o emprego, mantendo o número de desempregados ao mínimo para maximizar as chances de reeleição.

Por isto, keynesianos são mais populares entre políticos populistas e demagogos do que economistas desenvolvimentistas, que pensam em crescimento de longo prazo.

No longo prazo estaremos todos mortos“, e sem cargos políticos.

Keynesianismo é especialmente atraente para os políticos que sofrem uma recessão “capitalista” no meio de mandato.

E precisam de um “quick fix” para se reelegerem, que consiste em:

1. Imprimir moeda, como fez Bernanke na crise de 2008, e danem-se as chances de inflação a longo prazo.

2. Deficit públicos para reaquecer o consumo que irá reduzir os estoques e que por sua vez irá aumentar os pedidos dos departamentos de compras, que aumentará a produção, e que finalmente aumentará a contratação de departamento de pessoal.

O processo todo leva de quatro a cinco meses.

3. Subsídios ao setor de automóveis, imóveis e exportações.

Mas existem outras possibilidades que não são advindas do Keynesianismo.

Como esta advindo da Administração Econômica.

Estas medidas não Keynesianas mantém o emprego com efeito imediato, diretamente, na veia.

Pacto Social Pelo Emprego

A grande meta é impedir o desemprego inicial.

É mais importante reverter estas expectativas catastrofistas dos Roubinis e Krugmans da vida que adoram ficar famosos prevendo uma catástrofe.

O simples espectro de demissão, que por si só já reduz o consumo muito antes do desemprego efetivo, que o Keynesianismo tenta corrigir.

Os Roubinis e Paul Krugmans não têm o direito de ir a televisão ou jornais e expressar a sua opinião?

Não pessoal, a resposta é não.

Eles estão desrespeitando as regras por eles próprios estabelecidas.

“Peer Review”. Nenhum acadêmico pode sair prevendo catástrofe sem passar pelo crivo de seus pares.

Esta é a regra acadêmica.

Em administração isto se chama “controle de qualidade “.

O que os Roubinis, Krugmans, Afonso Pastores e Miriam Leitões estão fazendo é subverter o controle de qualidade que foi estabelecido.

Por isto eles falam tantas bobagens, ou melhor, suas bobagens saem não detectadas.

Mas voltando:

Na Administração Responsável das Nações, na eminência de uma recessão, em vez de medidas Neokeynesianas, os administradores econômicos, fariam o seguinte.

Empresas que se comprometerem, junto ao Ministério do Trabalho, a não demitir no próximo ano (ou substituir as demissões por novos empregos) terão os seguintes benefícios fiscais:

1. Isenção de Imposto de Renda sobre Lucros Reinvestidos.

Taxar lucros reinvestidos sempre foi um erro da política tributária brasileira.

Lucro distribuído sim, deve ser taxado, mas tributar lucro reinvestido é reduzir ICMS e IPI futuro, um tiro no pé.

É tirar liquidez das empresas bem sucedidas justamente no início de uma recessão, justamente as que poderiam continuar crescendo.

E pior, devido à Economia Nominalista a taxação do lucro real, dependendo da inflação, chega entre 40 a 80%.

Novamente a velha questão do Nominal x Real.

Taxar lucro reinvestido, especialmente quando as empresas param de ter crédito de bancos e não têm acesso à Bolsa de Valores, é um absurdo monumental.

Parece que ninguém nestes governos Neokeynesianos jamais trabalhou numa empresa.

Lucro reinvestido é a única fonte de financiamento de crescimento diante das crises bancárias.

Como impacto negativo para o governo ele poderá ser zero.

A tendência é de todas as empresas terem prejuízo se nada for feito.

2. Isenção de Pagamento dos 8% do FGTS.

Pagar um seguro desemprego de 8% na eminência de desemprego é uma enorme contradição Neokeynesiana.

Tirar 8% da demanda por bens em consumo, para poupança adicional, na véspera de uma recessão é crime.

Trabalhadores receberiam “na veia” 8% de aumento no salário, incentivando o consumo, sem diminuir o estoque de FGTS se a recessão de fato ocorrer.

3. Isenção do Imposto de Renda de Aplicações Financeiras na Pessoa Jurídica.

Nosso código tributário taxa aplicações financeiras na pessoa jurídica a 32%, e na pessoa física 20%.

Este procedimento quase que obriga a descapitalização da empresa, onde os donos distribuem as reservas da empresa para a pessoa física para aplicar numa tributação mais reduzida.

É um absurdo que economistas neokeynesianos nunca protestaram esta diferenciação tributária de um mesmíssimo fato gerador.

Empreendedores são praticamente obrigados a descapitalizar a empresa devido ao espírito animal de nossos governantes.

E numa recessão efetiva, o que é absolutamente compreensível, relutam capitalizar a empresa no meio da crise, ou por pressão da família, esposa especialmente.

Por isto nossas empresas demitem, por não terem reservas financeiras necessárias para sustentar quatro meses de uma folha de pagamento.

Pior, demissão significa dizer ao funcionário: “Use você suas reservas para sobreviver, depois da crise o contratamos”.

Mas quem impossibilitou o acúmulo de reservas na empresa foi nosso próprio governo, tipicamente Keynesiano.

Além do mais, taxar em 64% o juro real de aplicações financeiras, se considerarmos a real tributação do juro real, é desestimular qualquer tentativa de ser prudente e poupar para os anos de vacas magras.

4. Isenção do Imposto de Renda nos Ganhos de Capital na Bolsa de Valores.

Taxamos os ganhos de capital em torno de 30% dependendo da inflação.

E quase todas as recessões de 1929 para cá foram antecedidas por uma crise na bolsa, com todo mundo vendendo depois de uma alta, ou até bolha especulativa.

Aqueles que vendem com lucro são obrigados a pagar 30% para o governo do ganho.

Olha agora o que acontece, e que nenhum economista especialista em 1929, jamais percebeu.

Dois dias depois, mesmo que estes “especuladores” perceberem o sério, e se arrependerem de ter entrado em pânico, eles não têm mais condições de recomprar as ações vendidas.

Não há como o sistema entrar de novo em equilíbrio.

O governo levou 10 a 15% em média da liquidez embora, pela ganância do Estado.

Ou seja, quem vende US$ 1 bilhão, não tem o equivalente US$ 1 bilhão para recomprar as ações de volta, mesmo se houver arrependimento de ter sido contaminado pelo pânico dos Krugmans e Roubinis.

O que precipita uma queda livre na Bolsa.

Gerando mais pânico e mais vendas.

Parece ser um favorecimento aos “capitalistas”, mas na realidade imposto sempre deveria ser sobre o consumo dos “capitalistas” e não quando eles simplesmente reinvestem o lucro de suas aplicações em prol de empresas que empregam e pagam impostos.

Pior, governos passados lutaram e conseguiram isenção para capitalistas estrangeiros que irão consumir nos seus países, e mantêm a taxação para a classe média poupadora brasileira, que paga duas vezes.

Por isto, 70% da Bolsa é de estrangeiros, gerando estas flutuações de câmbio e Bolsa.

5. Permitir ao trabalhador brasileiro receber entre 15 a 20% dos 28% de contribuições previdenciárias, pelo número de meses que a crise durar, em troca do postergamento de sua aposentadoria pelos mesmos meses correspondentes.

Não faz sentido poupar para uma aposentadoria daqui a 30 anos quando se está no meio de numa enorme crise momentânea.

Poupar 28% do salário no meio de uma recessão é uma irresponsabilidade dos neokeynesianos, por mais sensata que seja a ideia de poupar para a velhice.

Como este assunto é polêmico quanto ao que de fato os 28% financiam, coloquei 15 a 20% como aproximação.

Considerações Finais

Bancos não emprestam para quem será despedido.

O sucesso do crédito consignado para aposentados tem por base o fato que aposentado tem renda garantida pelo governo.

É esta garantia que queremos replicar para o setor produtivo.

As empresas que assinarem este pacto terão vantagens fiscais, economizarão custos de demissão que no Brasil são elevados, e permitirão seus funcionários a obter crédito a juros mais baratos, sem risco.

As empresas, que se comprometerem a não despedir, assinariam protocolo na internet no Ministério do Trabalho.

As outras medidas que sugeri independe de acordo empresarial.

 

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Proposta 6. Para Acabar Com o Desemprego https://blog.kanitz.com.br/propostas-desemprego/ https://blog.kanitz.com.br/propostas-desemprego/#comments Thu, 05 Dec 2013 12:00:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=288   Governos passados acham que o problema da questão do desemprego se resolve dando tempo e dinheiro para o desempregado arrumar um novo emprego. Por isto aumentaram recentemente o “aviso prévio”, que dá mais tempo para o desempregado achar novo emprego. Ou o FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, onde o trabalhador recebe […]

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Governos passados acham que o problema da questão do desemprego se resolve dando tempo e dinheiro para o desempregado arrumar um novo emprego.

Por isto aumentaram recentemente o “aviso prévio”, que dá mais tempo para o desempregado achar novo emprego.

Ou o FGTS Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, onde o trabalhador recebe dinheiro para poder sobreviver enquanto procura um novo emprego.

E o seguro-desemprego, erroneamente atribuído a outros políticos, que foi instituído pelo Governo Sarney, pela lei 2.284, de 10 de março de 1986.

Art. 25. Fica instituído o seguro-desemprego, com a finalidade de prover assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado em virtude de dispensa sem justa causa, ou por paralisação, total ou parcial, das atividades do empregador.

Art. 27. O benefício será concedido por um período máximo de quatro meses ao trabalhador desempregado que não tenha renda própria de qualquer natureza, suficiente à manutenção pessoal, e de sua família, nem usufrua de qualquer benefício da Previdência Social ou de qualquer outro tipo de auxílio desemprego.

De fato, arrumar um novo emprego leva tempo, mas não somente isto.

Muitos que perdem o emprego precisam de treinamento porque ficaram obsoletos.

E quem melhor para retreiná-lo?

O futuro empregador.

Hoje, a maioria das empresas possui programas de treinamento por duas razões.

A primeira, porque o ensino público é de péssima qualidade no Brasil com enorme viés anti-empresa.

Todas as demandas das empresas para uma melhora no nível de ensino são normalmente recusadas, a favor de matérias como Sociologia, Filosofia e Cidadania.

Em vez de matérias como Administração Financeira Pessoal, Organização e Métodos, Redação Comercial, jamais dadas.

Recentemente, o Conselho Universitário da Universidade de São Paulo expulsou a FIA – Fundação Instituto da Administração, por ensinar um curso de pós graduação em Administração, curso que a USP se recusava a fazer internamente.

A segunda razão pelos cursos internos de treinamento que os trabalhadores fazem, onde muitos dos cursos são específicos de cada empresa.

Nada do que se aprendeu na faculdade é útil para a Google por exemplo, cujo exame de seleção normalmente são testes de inteligência e não de conhecimento.

Em vez de gastar fortunas de dinheiro de impostos para dar 3 a 4 meses de tempo para o trabalhador arrumar um novo emprego, administradores prefeririam dar para as empresas o dinheiro necessário para empregá-los imediatamente, e o dinheiro ser usado para o curso de treinamento já existente nas empresas.

O invés de dar 4 meses de seguro desemprego em dinheiro e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, os Administradores criariam um programa onde este dinheiro iria para o futuro empregador, em troca de emprego imediato com 4 meses de treinamento. Um ganha ganha.

Pesquise “Perdeu o Emprego?” e você não encontrará entre as primeiras 200 referências nenhum site do governo brasileiro dando conselho para o desempregado. Esta seria uma outra medida a ser feita pelo Partido Bem Eficiente. Vamos criá-lo enquanto há tempo.

 

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Gastos com Educação 10% do PIB https://blog.kanitz.com.br/gastos/ https://blog.kanitz.com.br/gastos/#comments Mon, 25 Nov 2013 17:26:39 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=6763   Muitos dos nossos partidos querem aumentar os gastos com educação para 10% do PIB. 100% dos brasileiros acham que a solução para o Brasil é mais e mais educação. Discordamos. Pretendemos dar mais educação com menos %. Pesquisa do Ipea mostra: 37% dos professores nas piores escolas, normalmente as públicas, faltam às aulas em […]

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Muitos dos nossos partidos querem aumentar os gastos com educação para 10% do PIB.

100% dos brasileiros acham que a solução para o Brasil é mais e mais educação.

Discordamos. Pretendemos dar mais educação com menos %.

Pesquisa do Ipea mostra:

37% dos professores nas piores escolas, normalmente as públicas, faltam às aulas em média.

39% das aulas efetivamente dadas não foram dadas pelo professor responsável (e qualificado).

Dado tudo isto, somente 55% dos alunos assistem às aulas em média.

Multiplicando tudo isto, os alunos aproveitam somente 1/3 do que é dado, ou seja 33%.

Destes 33%, como a nota mínima é a média de 5, com 50% do aproveitamento, o ensino efetivo cai para 17%.

Do que eles efetivamente aprendem 50% é esquecido dois anos depois e o rendimento efetivo a longo prazo cai para 8%.

E deste conhecimento pode-se acrescentar que somente 10% é realmente útil, e 90% é desnecessário ou pura doutrinação da elite no poder.

Dependendo de quanto você acha que sua educação foi útil, sobra 0,8%. Ou seja, nada, algo que você já suspeitava.

Portanto, você decide.

Quer aumentar os impostos para podermos gastar 7 a 10% em educação?

 

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Programa de Governo do Partido Bem Eficiente – Estabilidade Financeira https://blog.kanitz.com.br/programa-de-governo-do-partido-bem-eficiente-estabilidade-financeira/ https://blog.kanitz.com.br/programa-de-governo-do-partido-bem-eficiente-estabilidade-financeira/#comments Thu, 21 Nov 2013 14:00:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=648   Taxamos os juros de aplicações de empresas em 50%, e os juros de aplicações de pessoas físicas em 30%. Um tiro no pé.   O Brasil foi por 60 anos o país com a maior instabilidade financeira do mundo. Por isto, os juros reais são tão elevados. Mudavam-se as regras do jogo a cada […]

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Taxamos os juros de aplicações de empresas em 50%, e os juros de aplicações de pessoas físicas em 30%. Um tiro no pé.

 

O Brasil foi por 60 anos o país com a maior instabilidade financeira do mundo.

Por isto, os juros reais são tão elevados.

Mudavam-se as regras do jogo a cada momento.

Para combater estas instabilidades a única forma é ter reservas de liquidez, normalmente 25% do faturamento das empresas mantidas de forma líquida, no caixa ou aplicado em títulos do governo.

Acontece que nossos acadêmicos do governo decidiram taxar os juros de aplicações de empresas em 50%, e os juros de aplicações de pessoas físicas em 30%. Um tiro no pé. Todo empresário é assim praticamente obrigado a transferir seus recursos líquidos para a pessoa física, para não ser tributado em excesso na jurídica.

Este erro de tributação fez com que por 60 anos distribuíssem todo excesso de liquidez aos seus sócios majoritários, debilitando a empresa e engordando a pessoa física dos sócios.

Não por ganância, mas por erro de tributação. E numa recessão, quando a empresa mais precisa, surge o pânico e nenhum sócio transfere estes recursos para a jurídica.

Por isto, O Partido Bem Eficiente irá equalizar a tributação de receita de juros das empresas jurídicas e físicas em 15%.

Para os anos de 2014 a 2023, o Partido Bem Eficiente irá tributar as pessoas jurídicas em somente 10% para promover a volta dos recursos dos sócios às suas empresas, criando a estabilidade financeira que tínhamos no passado.

 

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Proposta do PBE- Fim do Estacionamento em Vias Públicas https://blog.kanitz.com.br/estacionamento/ https://blog.kanitz.com.br/estacionamento/#comments Fri, 25 Oct 2013 16:51:23 +0000 http:/eike-batista/data%3aimage/gif%3bbase64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw%3d%3d/2009/10/para-que-serve-uma-associacao-de-exalunos/rss.xml/category/educacao Seu colega de trabalho acorda às 5h00 e não toma café com os filhos justamente para poder estacionar na frente do prédio em que vocês trabalham. A rua que daria vazão a quatro fileiras de carros, graças ao seu colega, agora permite somente duas fileiras porque ele estacionou na via pública, bem em frente do prédio em […]

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Seu colega de trabalho acorda às 5h00 e não toma café com os filhos justamente para poder estacionar na frente do prédio em que vocês trabalham.

A rua que daria vazão a quatro fileiras de carros, graças ao seu colega, agora permite somente duas fileiras porque ele estacionou na via pública, bem em frente do prédio em que você trabalha.

Você que toma café com seus filhos e os leva para a escola, tem que estacionar num estacionamento privado sem atrapalhar o trânsito e a vida de todos os demais funcionários da empresa.

Seu colega de trabalho não percebe o que fez, mas basicamente ele transformou uma propriedade pública em sua propriedade particular, pelo menos por oito horas.

Some a tudo isto a idosa que precisa descer do táxi que agora não tem onde parar, e você tem o trânsito caótico de inúmeras cidades.

O Partido Bem Eficiente, procurando a eficiência de todas as políticas públicas, propõe uma lei proibindo o uso privado de vias públicas.

O uso privado de qualquer coisa pública deveria ser proibido, algo óbvio mas não praticado.

Esta lei somente entrará em vigor daqui a cinco anos, tempo suficiente para se construir os estacionamentos necessários e fazer campanhas de conscientização por uma melhor mobilidade.

As cidades estão parando. E isso porque é privilegiado o individual ao invés do coletivo. O privado ao invés do público.

É dever do Estado transformar essa ótica.

Devo alertar que esta proposta enfrentará forte oposição de vereadores gastadores, aqueles que procuram aumentar a receita do Estado através de todas as formas, inclusive vendendo espaço público ao cobrar estacionamento.

 

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