Antes de ler, decida.
1. Governos podem imprimir moeda sem lastro para pagar dívidas de Estados que vencem.
2. Moeda é uma instituição de confiança, que não pode ser aviltada para resolver um problema de gestão financeira.
Guedes decidiu assustar o Congresso que se ele não conseguir pagar os credores da dívida interna cada vez mais desconfiados, ele irá imprimir irresponsavelmente moeda para quitá-la, gerando hiperinflação.
Essa é uma das opções que a maioria dos economistas acham que dispõem, quando não tiverem como saldar a dívida.
“Nenhum país quebra na sua própria moeda” é um ensinamento comum em salas de aula.
Decretar falência não é uma opção porque admitiria a incompetência da administração financeira dos que quebraram o país.
Em vez de quebrar os credores idiotas que emprestaram para um governo gerido por intelectuais, esses intelectuais preferem quebrar o país com uma hiperinflação.
Imprimindo moeda para saldar a dívida, os primeiros a receber compram rapidamente ativos reais e se safam da hiperinflação futura.
Por quanto tempo seremos geridos por indivíduos que não medem limites éticos para se manter no poder, em vez de termos uma administração responsável das nações, com gente preparada para administrar um país, e não imprimir dinheiro falso que é crime contra os mais pobres?
Pior, o Congresso não está nem aí para saldar a dívida de banqueiros e assets idiotas. Muito menos desestatizar estatais ineficientes e cortar gastos do funcionalismo público para pagar dívidas dos outros.
Ou seja, soluções erradas (imprimir), assustar as pessoas erradas, gerar pânico à toa, quando a solução é decretar falência, vender todos os ativos, despedir todos, dar calote nos aposentados por falta de fundos de capitalização.
Um caos eu sei, mas começar do zero é melhor do que resolver por hiperinflação.
Ou estou errado? Tenho avisado há mais de quatro anos.










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