Arquivos POLITICA DE PREÇOS - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/tags/politica-de-precos/ Blog para se Pensar Fri, 15 Dec 2023 01:29:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 https://blog.kanitz.com.br/wp-content/uploads/2021/06/stephenkanitz-favicon-150x150.png Arquivos POLITICA DE PREÇOS - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/tags/politica-de-precos/ 32 32 Você Acredita Nesses 10 X Sem Juros? https://blog.kanitz.com.br/voce-acredita-nesses-10-x-sem-juros/ https://blog.kanitz.com.br/voce-acredita-nesses-10-x-sem-juros/#comments Fri, 15 Dec 2023 01:29:05 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29590 Esse anúncio afirma que lojistas cobram parcelados sem acrescentar juros. Assim sendo, quem vai preferir comprar o produto por 1.000 à vista ou parcelar em 10 vezes? Todos vão parcelar sem saber que agora pagarão por: 1. Juros bem acima da média 2. Custos de atrasos no pagamento 3. Custos dos calotes dos outros 4. Custos […]

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Esse anúncio afirma que lojistas cobram parcelados sem acrescentar juros.

Assim sendo, quem vai preferir comprar o produto por 1.000 à vista ou parcelar em 10 vezes?

Todos vão parcelar sem saber que agora pagarão por:

1. Juros bem acima da média

2. Custos de atrasos no pagamento

3. Custos dos calotes dos outros

4. Custos administrativos de 10 cobranças 

5. Custos de lançamento contábil de 10 pagamentos

6. ICMS pago sobre os 1 a 5 desnecessários se tudo fosse à vista.

7. Enganam-se os economistas que calculam a inflação de hoje usando preços a prazo distorcidos e supervalorizados.

Utiliza preciosos recursos financeiros ou poupança privada somente para antecipar o consumo em 10 meses, dinheiro que o comprador teria se poupasse os mesmos 10 meses. 

Exige que o Banco Central aumente os juros porque a inflação é calculada sobre preços a prazo e não pelo valor presente desses preços a prazo que é muito menor.

Isso acontece porque o varejo não oferece um preço à vista corretamente calculado, pois não sabem tirar esses custos escondidos, e no máximo oferecem um desconto de 5%, e olhe lá.

Algum lojista aí explica por que isso acontece?

Isso explica por que ninguém no Brasil aplica o dinheiro por 10 meses, e ao fazê-lo compra com um belo desconto, aumentando seu padrão de vida entre 15 a 20%.

Levamos 10 anos para crescer 20%, e ninguém luta por essa melhoria da pobreza, já? 

Alguém aí concorda comigo? Então, repasse e lute a favor.

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Quais as Empresas Brasileiras Que Sairão Dessa Crise? https://blog.kanitz.com.br/quais-as-empresas-brasileiras-que-sairao-dessa-crise/ https://blog.kanitz.com.br/quais-as-empresas-brasileiras-que-sairao-dessa-crise/#comments Fri, 03 Jul 2020 10:34:00 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=26788 Acompanho as 500 maiores empresas deste país anualmente, desde 1974. Já vi elas passarem por inúmeras recessões e já indiquei estratégias para saírem delas, que muitas usaram com sucesso. Somente sairão desta crise aquelas empresas que puderem estender seus prazos de crédito aos seus clientes, prazos superiores aos de seus concorrentes. Quem competir em preço […]

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Acompanho as 500 maiores empresas deste país anualmente, desde 1974.

Já vi elas passarem por inúmeras recessões e já indiquei estratégias para saírem delas, que muitas usaram com sucesso.

Somente sairão desta crise aquelas empresas que puderem estender seus prazos de crédito aos seus clientes, prazos superiores aos de seus concorrentes.

Quem competir em preço vai continuar a perder dinheiro, é de prazo que todo mundo precisa.

Se sua empresa for da indústria de transformação ou de serviços, saiba que provavelmente seu cliente está desesperadamente precisando de capital de giro.

Muito mais importante do que preço, será prazo de crédito.

Prazos de crédito bem acima da média de seus mercados, digamos aquelas que prevaleceram em 2019.

Para isso precisaremos de uma política econômica ou deveríamos chamá-la de uma política de administração responsável, que preserve e aumente o capital de giro das empresas.

Esse é o gargalo da economia nesses momentos, não gastos em investimentos em ativo fixo, como muitos estão propondo.

E em seguida precisamos de uma política administrativa que force os bancos comerciais a voltar a fazer o que são obrigados por lei a fazer.

Que é emprestar dinheiro e dar crédito para a sociedade.

Sob risco de perderem os inúmeros colchões de segurança fornecidas de graça, pelo Banco Central.

Hoje nossos Bancos não são mais Bancos.

Depois que o Plano Real proibiu os bancos de corrigirem seus patrimônios pela inflação, um absurdo, Bancos não puderam mais emprestar e passaram a ser empresas de serviços.

Empresas de serviços que, por enganação de propósito, podem alavancar 12 x seu capital, corroído pela inflação, mas isso é muito melhor do que as demais empresas de serviços que só podem alavancar 1,6 x, devido ao risco inerente.

Percebam a vantagem competitiva que esses Bancos de serviços possuem com relação às demais.

Um pai com grana, o Banco Central, o resto sem.

Essas empresas de serviços possuem inúmeras tranches de proteção, desenvolvidas por economistas ávidos a se tornarem banqueiros, como a maioria dos ex presidentes do BC se tornaram.

Eis um anúncio de uma empresa americana que vende janelas, e que voltou ao mercado depois da abertura.

Zero de entrada.

Isso porque ela possui capital de giro suficiente para comprar matéria prima, e não precisa de adiantamentos de seus próprios clientes.

Zero pagamentos até 2022.

Zero juros até 2022.

Quantas das 500 maiores empresas brasileiras poderão exportar e vender janelas nos Estados Unidos?

Zero.

Quantas dessas 500 maiores empresas brasileiras farão algo semelhante no Brasil?

Seu eu fosse o Guedes eu trataria rapidamente de saber.

Se não souberem identificar setor por setor, empresa por empresa, quantas poderão fazer algo semelhante, vamos para uma depressão.

Criar modelos econômicos sem ter esse tipo de informação é o que se chama de Administração Irresponsável das Nações.

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Não Teríamos Greve Com o Amoêdo https://blog.kanitz.com.br/nao-teriamos-greve/ https://blog.kanitz.com.br/nao-teriamos-greve/#comments Sat, 15 Sep 2018 10:00:10 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=24913   De todos os candidatos, Amoêdo foi o único que fez o diagnóstico correto. Caminhoneiros estavam revoltados com a incerteza dos preços, reajustados diariamente, e não com os reajustes em si. Sendo monopolista, o preço valia para todos os caminhoneiros, e bastava colocar esses aumentos no preço. E todos os orçamentos seriam iguais, nesse item […]

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De todos os candidatos, Amoêdo foi o único que fez o diagnóstico correto.
Caminhoneiros estavam revoltados com a incerteza dos preços, reajustados diariamente, e não com os reajustes em si.
Sendo monopolista, o preço valia para todos os caminhoneiros, e bastava colocar esses aumentos no preço.
E todos os orçamentos seriam iguais, nesse item pelo menos.
Preços que variam diariamente servem para quitandeiros que vendem para o consumidor final.
Não para quem vende para fornecedores que precisam fazer orçamentos e contabilidade de custos.
A revolta é que os orçamentos furavam, acarretando prejuízos, porque o preço do petróleo subia no dia seguinte.
Essa é a vantagem de termos finalmente um Administrador, em vez de um Anestesista, Ecologista, enfim.
Pense bem.
 

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No Taxation Without Representation https://blog.kanitz.com.br/taxation/ https://blog.kanitz.com.br/taxation/#comments Tue, 07 Aug 2018 10:15:49 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=24827   Errei. A maioria da população viu um aumento de impostos onde eu só vi um erro de política de preço. De fato a Petrobras vende mais imposto do que gasolina. O que remete a uma ideia interessante, mas polêmica. Pode a Petrobras ser taxada se ela não tem direito a voto? Tem o Governo […]

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Errei. A maioria da população viu um aumento de impostos onde eu só vi um erro de política de preço.

De fato a Petrobras vende mais imposto do que gasolina.

O que remete a uma ideia interessante, mas polêmica.

Pode a Petrobras ser taxada se ela não tem direito a voto?

Tem o Governo direito de taxar Pessoas Jurídicas, que jamais poderão protestar democraticamente ou republicanamente?

Se os caminhoneiros pagassem os impostos diretamente, e não via Petrobras, não teriam necessidade de parar o Brasil para serem ouvidos pelo nosso Congresso.

Bastaria uma campanha de desobediência civil, parando de recolher os impostos.

Assim, eles teriam parado o Governo, em vez do país.

Assim quem ficaria sem dinheiro seriam nossos Deputados, em vez de nossas crianças ficarem sem leite.

“No Taxation Without Representation” foi o brado que gerou a independência dos Estados Unidos.

Na próxima reforma tributária precisamos, apesar de ser contra a lógica da maioria das pessoas, criar impostos somente sobre cidadãos, pessoas físicas, com representação direta e indireta no Congresso.

Do ponto de vista econômico dá na mesma, porque quem paga imposto no final é sempre a pessoa física.

Será finalmente transparente aos pobres enganados pelo PT e PSDB que eles pagam 54% de seus salários, em troca de serviços podres.

Os ricos saberão que apesar de todo o planejamento fiscal pagam 45%.

Aposto que quatro meses depois de uma reforma nessas linhas, veremos uma enorme desobediência civil, como nas ruas, e dos caminhoneiros.

Mas os que sairiam prejudicados seriam nossos Deputados.

De imediato, os Deputados iriam propor sua redução de 560 a 200, e mais redução de gastos para nos convencer a pagar impostos novamente.

No Taxation.

 

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Petrobras e Sua Política de Preços https://blog.kanitz.com.br/politica-de-precos/ https://blog.kanitz.com.br/politica-de-precos/#comments Sat, 04 Aug 2018 10:35:42 +0000 http://blog.kanitz.com.br/?p=24819   Sete meses atrás o Conselho de Administração da Petrobras, que não possui administradores apesar do nome, decidiu que nem a Petrobras nem os economistas do Ministério da Fazenda determinariam mais os preços dos seus produtos. Quem determinaria os preços, daquele momento em diante, seria o “mercado”, que é o maior preço que a média […]

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Sete meses atrás o Conselho de Administração da Petrobras, que não possui administradores apesar do nome, decidiu que nem a Petrobras nem os economistas do Ministério da Fazenda determinariam mais os preços dos seus produtos.

Quem determinaria os preços, daquele momento em diante, seria o “mercado”, que é o maior preço que a média dos brasileiros estariam dispostos a pagar.

Aquele em que há “equilíbrio de mercado”, onde compradores igualam vendedores.

Mas pasmem, seria o preço diário do mercado americano. O maior preço que os americanos estariam dispostos a pagar.

Em administração, os preços são determinados pela própria empresa.

Todo processo começa com o Depto. de Custos que determina o preço unitário do produto. Uma tarefa nada fácil, o processo não é tão simples quanto parece.

Isso é coordenado com o Depto. de Planejamento, onde economistas contratados estimam o potencial de vendas.

Aí soma-se o custo do capital, outra medida complicada, mais impostos, e finalmente a parte mais subjetiva.

Qual a margem de lucro que queremos obter?

Espero que o leitor já perceba que esse processo é interno e não externo como achava Adam Smith.

Esse processo todo não se dá em um único dia, por isso não existe essa história que se implantou na Petrobras, de preços diários.

Estes preços são determinados para seis meses, faça sol faça chuva.

Isto porque vendemos a intermediários e eles também têm problemas de políticas de preços.

Produtos levam tempo para vender, consumidores namoram o produto às vezes por meses. Vendemos também via contratos de fornecimento, e assim os preços não podem variar ao sabor do “mercado”.

A fúria dos caminhoneiros é que muitos já haviam negociado o valor do frete.

“Ofereci levar por R$25.000,00 e me espremeram para somente R$ 18.000,00, bem apertado, me deixando zero margem de erro.

No decorrer da longa viagem a Petrobras aumentou o diesel quase todo santo dia, e eu acabei fornecendo de graça. Estou revoltado com Pedro Parente e o Conselho de Administração que aprovou essa nova política de preços.”

E com razão, mais Drucker menos Smith.

P.S. Cinco dias depois deste artigo os caminhoneiros fecharam acordo com a Petrobras de reajustes mensais, e não mais diários.

 

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A Coragem de Cobrar Caro https://blog.kanitz.com.br/coragem-cobrar-caro/ https://blog.kanitz.com.br/coragem-cobrar-caro/#comments Sun, 10 Apr 2011 21:12:32 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2011/04/10/a-coragem-de-cobrar-caro/ Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.   Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada. “Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo. Prefiro esperar […]

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Você tem medo de pedir aumento, você tem medo de aumentar o seu preço. Então leia.

 

Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada.

“Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo.

Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área.”

Isso o tranquilizou.

“Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família.

Eu, palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado.” 

Concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo.

“Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno.” 

No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro.

Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço.

Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso.

É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do “preço tabelado”.

Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência.

Você estará fazendo “dumping profissional”, estará sendo injusto com eles e consigo mesmo. 

 Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo.

Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo.

E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.

Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia.

O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco.

Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim.

De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. “De cavalo dado não se olham os dentes.”

Se alguma coisa a história nos ensina é que o “tudo grátis” traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos. 

O programa Bolsa Escola foi criado no governo do PSDB como uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar.

Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca.

Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor.

Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos.

Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês.

Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal.

Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha?

Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões.

Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www.filantropia.org.

Ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família.

Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais.

Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre.

 

Revista Veja,  2006, página 28, Política de Preços

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