A China tem um sistema de seleção de funcionários públicos milenar, onde as próprias famílias detectam seus filhos ou sobrinhos mais promissores, com QI acima de 130, e os ensinam a serem servidores.
O governo escolhe assim a nata da nata, ainda por cima os treina anos a fio, e assim possuem um dos governos mais administrativamente eficientes deste planeta, gostem ou não.
Nos Estados Unidos a Quarta Classe, aqueles com QI acima 100 e abaixo de 102, tomaram o poder, sem preparo, arrogantes, mas que controlam 50,5% da eleição, como agora.
Há suspeitas que Biden tenha menos que 100.
É essa Quarta Classe, de jornalistas, pesquisadores de opinião pública, líderes comunitários que se acham o máximo, e que conseguiram distorcer a educação, a imprensa, direcionar o povo mais simples a votar como a classe quer.
Todo mundo sabe que muitos eleitores, os mais despolitizados, aqueles que não se interessam, tendem a votar naquele que está na frente das pesquisas.
Uma razão é para não “desperdiçar o voto”, a outra é para dizer que votou no vencedor, o que melhora o ego.
Não sei quantos são, digamos que sejam somente 8%, mas os institutos de pesquisa certamente convenceram muitos a votar na Hillary e no Biden com as margens mentirosas que noticiaram.
Segundo, a imprensa foi totalmente anti-Trump, e parece que deve ter influenciado pelo menos 8% dos eleitores a votarem contra, que antes tinham votado a favor do Trump.
Trump morreu pela boca, em vez de ignorar a imprensa como agora faz Bolsonaro, travou uma briga suicida.
Terceiro, e esse temos aqui também, é o Bolsa família deles, que deu 8% dos votos de sempre para os Democratas.
Trump perdeu por poucos votos, apesar desses 24% que foram induzidos pela Quarta Classe americana.
Achei que os votos dos ex desempregados reelegeriam o Trump, errei, isso não ocorreu.
Não fossem esses “pequenos detalhes”, Trump teria sido reeleito sem dúvida, porque perdeu por muito pouco.
Os políticos tradicionais americanos voltam ao poder, teremos mais do mesmo.










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