Você prefere obedecer ordens e não ser responsabilizado por suas ações, ou prefere arcar com as consequências de seus erros compartilhado por aquele que te supervisionou?
Você prefere um emprego público ou abrir uma empresa própria?
Você prefere ganhar R$ 8.000,00 por mês garantido todo mês pelo Estado brasileiro, ou ganhar R$ 12.000,00 mas incerto, dependendo dos humores do “mercado” e sua competência?
Nós brasileiros preferimos o certo pelo incerto.
Preferimos obedecer e poder “tirar o corpo fora” quando tudo der errado do que assumir responsabilidade pelos nossos atos.
Preferimos culpar nossos chefes pelo fracasso das nossas instituições tão evidentes, a assumir que todos somos solidários no fracasso.
Preferimos obedecer a ter liberdade de ação.
Preferimos ser funcionário público e obedecer as dezenas de portarias, regulamentos e infernizar a vida dos que nos pedem autorizações, despachos e documentos, do que ter o mínimo de flexibilidade e compaixão.
Muitos sentem até saudades de uma ditadura, não há muita diferença entre o estilo Dilma e o estilo Delfim Netto, o economista da ditadura.
Ambos eram gestores, mandavam e desmandavam em todos os setores da economia.
Administradores que delegam poder, terceirizam funções, empoderam funcionários, orientam funcionários e não gritam ordens a empregados, estão na contramão da História do Brasil.
Queremos mandões, seja da direita militar ou da esquerda intervencionista do que uma empresa livre e democrática onde todos os stakeholders opinam e assumem as suas respectivas responsabilidades.
Preferimos pagar impostos do que doar para filantropia, preferimos escolas públicas do que participar em Associação de Pais de escolas por nós criadas.
Preferimos ser obedientes e omissos do que cidadãos participantes da nossa sociedade.
Até quando minha gente?










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