Existe muita confusão com relação ao termo Populismo e sua volta ao cenário político.
Populismo é uma ideologia política que acredita que governos deveriam suprir tudo o que a população “quer”.
Afinal, não foi para isso que foram eleitos?
Não é disso de que se trata a Democracia, a vontade do povo?
Muitos partidos populistas até gastam fortunas com publicitários como Duda Mendonça e João Santana para saberem exatamente o que o povo “ quer”.
E com os resultados mentem descaradamente prometendo o necessário para serem eleitos, sabendo que não haverá recursos financeiros para fazerem nem a metade.
Imprimem moeda, endividam gerações futuras, tudo para serem populares, daí o termo populismo.
Responsabilismo é uma ideologia que acredita que governos deveriam prover o que a população “precisa” e não necessariamente o que ela “quer”.
Como vacinas contra dengue e sarampo, uma educação que ensine a pensar e não repetir, que forneça uma visão pluralista e não dogmática, que proteja e dê segurança.
Responsabilistas sabem que não existe almoço grátis e que alguém sempre paga a conta.
Querem um Estado pequeno que faça o essencial e não um que prometa tudo quebrando as finanças do governo.
Responsabilismo quer o Progresso, para que todos possam comprar aquilo que “querem”, com dignidade, com seu próprio salário.
O Brasil “precisa” urgentemente de saneamento básico, por exemplo, mas mesmo depois de 24 anos de governos populistas, somente 50% dos brasileiros o possuem, um dos maiores focos de doenças nesse país.
O povo “precisa” de segurança, mas novamente após 24 anos de governos populistas temos os maiores índices de criminalidade do mundo, onde bandido é protegido pela Esquerda, e o policial perseguido.
Responsabilistas vivem avisando que seus seguidores “precisam” poupar responsavelmente para os tempos difíceis, e pouparem para a velhice e doenças sérias.
Que “precisam” cuidar da família, dos filhos para que eles não dependam nem queiram nada grátis de governos populistas ávidos para agradá-los.
Que “precisam” de valores morais e éticos, algo que governos populistas nunca ensinaram. Vide a corrupção endêmica nesses 24 anos de governos populistas.
Por isso partidos não populistas, que não prometem mundos e fundos, que incentivam a responsabilidade humana, a ética e o progresso tem tanta dificuldade de se elegerem.
Vote responsavelmente naqueles que se restringem ao que o Brasil precisa e não naqueles que prometem irresponsavelmente o que não sabem entregar.










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