Comentários sobre: Longevidade e Seguro Saúde https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/ Blog para se Pensar Thu, 25 Apr 2013 14:33:42 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Por: Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1015 Thu, 25 Apr 2013 14:33:42 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1015 Em resposta a Luiz Alves.

Luiz Alvez,

Esta é curiosamente a posição de muitos médicos. Ignorar a questão fundamental, e argumentar que a saída é reduzir os custos em 40% como você sugere.

Mas isto é ignorar a questão que eu coloco. Os custos podem ser ilimitados, depende de quanto tempo alguem que permanecer vivo com os impostos dos outros.

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Por: Luiz Alves https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1014 Thu, 25 Apr 2013 13:35:15 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1014 Sinto muito por sua materia , em partes ate concordo pois o custo da saude seja ela publica ou privada nunca vai deixar de subir, mais sem sombra de duvidas podemos sim reduzir a velocidade que esta subindo onde medicos ganham cada dia menos, isso para medicos que nao sao empreededores ou seja que nao fazem parte do esquema (de imagens,labarotorios,receitas etc.) pessimos medicos no mercado de trabalho que nao sabem curar uma doeenca mais sim e um eximero vendedor de medicamentos (business men corrompido) por uma cultura arcaica e que precisa ser renovada, agradeco a nova tecnologia que nos da condicoes de avaliar cada medico pela sua performance e assim ser melhor remunerado, essa tecnologia rejeitada por muitos da classe , exatamente porque revela que sao maus profissionais, eu acredito sim que se atacarmos o despercio poderemos sim fazer uma economia entre 10 a 40% dependendo do setor, e com essa economia pagar melhor o medico pela sua performance. isso ja esta sendo feito aqui nos EUA e com sucesso e nos da Apicalcare estamos entrando no Brasil e adpitando nossa tecnolgia para ser aplicada no mercado Brasileiro, para a tristeza de uma menoria e para a alegria da maioria dos brasileiros principalmente para medicos honestos e paciente que sonham com um tratamento de primeira.

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Por: Wasabi https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1013 Mon, 23 Aug 2010 16:25:12 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1013 Outro dia achei um texto sobre outro ponto de vista.
Vou dar um exemplo de meu avo, ja falecido ha 8 anos.Minha mae cuidava dele, e ela so vivia reclamando o quanto estava exaustaa de cuidar dele, ele tinha mais de 90 anos, e dava muito trabalho…minha mae so vivia doente…mas a minha mae e minhas tias nunca pensaram em colocar ele num asilo de velhos pois tudo mundo ia ter pena dele…acho que na verdade nao era exatamente pena dele, mas eles tinham medo de doer na consciencia e de ouvir o povo falar mal deles por jogar ele no asilo, entao minha mae e minha tia se revezavam em cuidar dele…ums meses na minha mae, outros meses na minha tia…mas tinha no ar muito falsidade…todo mundo desejava que meu avo morresse logo,pra se livrar dele..pois bem, ele morreu e todo mundo ficou tao feliz…eles nao dizeram assim em palavras, mas eu notei aquele ar de alivio e felicidade.
Cada caso é um caso. Tem pessoas que vivem em estado vegetativo, esclerosadas, e dão realmente muito trabalho a quem cuida delas. Essa pessoa saudável que exerce os cuidados, normalmente, com o estresse e o desgaste dos anos de dedicação, acaba ficando doente também. Se ela sai para trabalhar, então, sempre esta pensando que aconteceu alguma coisa com o velho em casa, uma preocupação constante.
às vezes precisam de enfermeiros dia e noite, revesando. E onde o dinheiro pra custear tudo isso? Se colocar umas empregadinhas mais baratasdamas de companhia, a maioria não é qualificada e tem umas que não dão comida e até agridem os velhos.
E o resto da familia, como é que fica? Os netos vendo o avô naquele estado, a filha deixando de se dedicar ao marido e aos filhos para se dedicar à mãe esclerosada que não reconhece ninguem….

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Por: Wasabi https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1012 Mon, 23 Aug 2010 16:00:47 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1012 Não sei até que ponto vale a pena viver bastante e empacar a vida dos outros.
Quando ficar velho e sem poder andar, quero ir viver numa cidade como Vancouver.
Mas sei lá se vale a pena viver tanto ficar velho chato e ranzinza…

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Por: josé augusto https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1011 Sun, 22 Aug 2010 19:32:34 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1011 Acho que você enloqueceu.

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Por: Edgar Antonio Sbrogio https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1010 Thu, 19 Aug 2010 22:26:18 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1010 Caro Kanitz, ótimo ponto a ser discutido por muitos artigos. Você não tem o direito de tocar num assunto de tamanha importância, e no proximo já vir comentar que o homem ha dez mil anos caçava para comer e não sabia que os filhos eram seus. Você pode mais. Tem muita lucidez nos pontos abordados relacionados à saude na longevidade.
Com o que for colhido aquí neste democrático espaço que gentilmente nos proporciona, podera ser coado, polido, podado e sair no final uma solução se não definitiva, adequada a amenizar as dificuldades dos governos e usuários nesta questão.
Exemplo;aumentar o tempo de contribuição para 45 anos, podendo ser requerida aos 40 anos com redução da aposentadoria.
Está comprovado. Uma queda significativa na saúde de aposentados nos primeiros anos de aposentadoria. O numero de separações de pessoas com mais de trinta anos de casados, mais de 50% delas acontecem nos dois ou tres primeiros anos de aposentadoria de um dos cônjuges.
Outra boa comprovação é de que os clubes de terceira idade, públicos ou privados, estão “esvaziando” ambulatórios. É uma direção a seguir. Outras devem ter.
Planos particulares de saúde perdendo dinheiro? NÃO ACREDITO. Apenas não ganham mais o que queriam como era a uns vinte anos. Vão ter que contratar ADMINSTRADORES, e buscar efeciência.

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Por: Andrea Pio https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1009 Thu, 19 Aug 2010 15:50:01 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1009 “(…)Decidir quanto dinheiro você está disposto a gastar para aumentar sua própria vida não é mais uma decisão de saúde nem uma questão médica, é uma questão financeira: o quanto você quer gastar do seu patrimônio ou do patrimônio social da coletividade para continuar vivo.”
Bem complexa esta questão. De fato, nossa população – assim como a de todo o mundo – está envelhecendo. Junto a esta questão inevitável, está uma outra: várias doenças crônicas tornam-se verdadeiras epidemias. Só para termos um exemplo, vejamos a Insuficiência Renal Crônica: atualmente há mais de 1 milhão de pessoas em diálise, sendo que a expectativa é que este número dobre até 2015. Por que ocorre esta epidemia? Tanto pelo aumento da expectativa de vida, quanto pelo aumento incontrolável de suas duas maiores causas – também doenças crõnicas – o diabetes mellitus e a hipertensão arterial.
Diante disto tudo há o seguinte pensamento “dialético”: Se o envelhecimento gradativo da população é inevitável, o surgimento de doenças crônicas sim… pode ser até certo ponto evitado. Pensar em logenvidade é, portanto, pensar em medicina preventiva.
Na prática tudo isto é muito difícil… e muito desgastante para quem está diariamente envolvido com o setor de saúde – pacientes e profissionais de saúde. Falta boa gestão.
Assim como em alguns estados há um atendimento diferenciado – específico – para gestantes, é bem provável que o mesmo sistema seja destinado aos nossos idosos.
Preciso pensar mais nesta frase tão forte: “Decidir quanto dinheiro você está disposto a gastar para aumentar sua própria vida não é mais uma decisão de saúde nem uma questão médica, é uma questão financeira”…
De qualquer forma, não temos culpa de envelhecer. Todos caminham para isto. Mas.. temos culpa de não prevenirmos o que um dia, pode tornar-se uma doença crônica. Temos culpa pois conhecemos este fato. Mas quando se trata de uma população que desconhece inclusive o que é “pressão arterial”… isto se torna bem mais difícil.
Muito preocupante esta questão… muito preocupante.
Saudações,
Andrea Pio

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Por: JOSÉ JÚLIO GONÇALVES https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1008 Thu, 19 Aug 2010 15:18:58 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1008 Ótimo artigo. Acredito que uma forma de garantir a viabilidade do mercado de saúde seria todos os atores deste negócio trabalharem sob a ótica de uma seguradora de saúde com uma franquia mínima de uso e esta ao não ser utilizada ao fim de um prazo seria destinada para um fundo. Este fundo poderia no futuro sustentar o que todos já sabem, a alta sinistralidade que ocorre com o avanço da idade. Tentar negar o inevitável é aumentar a gravidade de problemas futuros. Devemos discutir mais sobre este assunto e buscar as melhores alternativas para o financiamento da saúde, tanto pública quanto privada.

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Por: Durvalino https://blog.kanitz.com.br/longevidade-enfermidade/#comment-1007 Thu, 19 Aug 2010 11:13:40 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/2010/08/18/longevidade-nao-e-doenca-uma-estrategia-para-o-seguro-saude/#comment-1007 Caro Kanitz … entendo ser excelente a abordagem e os que vivem uma vida planejada com certeza vão preparar sua estratégia para conviver com essa realidade.
Aproveito para informar como no sistema Usiminas (do qual sou aposentado) esse assunto é tratado. Temos dois tipos de despesas: um para cobrir gastos diretos advindos dos consultórios médicos. Ou seja, o que eu gastar eu reembolso o plano de saúde. Agora, quando o tratamento requer procedimento hospitalar e afins a despesa vai para uma conta geral que é rateada pelos participantes. Há alguns detalhes nessas trativas mas grosso modo é assism que funciona.
Temos duas despesas portanto: uma é direta (eu pago) a outra socializada (todos pagam), e funciona satisfatoriamente. Entretanto, a parte odontologica é outro capitúlo.

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