Quem não for bem informado num mundo acelerado e de mudanças constantes ficará para trás.
Todos nós precisamos de bons especialistas que nos filtrem o que é importante saber, e o que não é.
Informação deriva de formação.
Informação, para mim, é tudo que tem o potencial de mudar o meu comportamento.
O resto é barulho e perda de tempo.
A maioria dos livros que leio vieram de indicação de bons jornalistas que sigo.
Meus investimentos quase sempre advêm de um futurologista que acompanho.
Boa parte do nosso atraso advém do fato de que os nossos jornalistas estão mais interessados nas suas convicções políticas do que em mostrar como poderá ser o futuro.
Veja essa notícia.
“Imigrantes Norte-Coreanos do Canadá criticam Trump.”
O que isso acrescenta na minha vida?
O que adianta eu mudar meu comportamento em relação ao Trump, em quem jamais iremos votar por sermos brasileiros.
Esse é o desejo dos jornalistas do Estadão, da Folha, etc., por convicções políticas e não por critérios jornalísticos.
Jovens já não leem jornal ou assinam a Veja.
Mas num mundo em rápida mutação precisamos de um jornalismo que preveja o futuro e avalie corretamente o presente.
O que temos hoje é somente barulho e endoutrinamento político e subliminar.
Cuidado!










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