Comentários sobre: Entenda o Futuro Político do Brasil https://blog.kanitz.com.br/fim-direita/ Blog para se Pensar Fri, 06 Aug 2021 20:59:44 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 Por: Roberto https://blog.kanitz.com.br/fim-direita/#comment-4118 Tue, 01 Oct 2013 13:04:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=357#comment-4118 Em resposta a Noi Scheffer.

Não vi tentativa de defender nem esse nem aquele partido.

Ao contrário, vi uma postura que tenta retirar a máscara colocada pelo PT e outros partidos que se promovem como a “esquerda legítima”. Essa “desinformação” acontece através de críticas forjadas ao governo militar (o qual deve mesmo ser criticado, mas pelos motivos certos), de uma postura “revanchista” em relação às alas da esquerda que não alinham com eles (e isso vale tanto para o PSDB quanto para os atuais partidos da classe operária, como o PCO e o PSTU) e, finalmente, através de associações ideologicamente paradoxais, como as alianças com o PMDB (da qual o PSDB também é culpado), as privatizações dos aeroportos e campos petrolíferos (outrora tão criticadas) e as “parcerias” com grandes empreiteiras e conglomerados empresariais, através do lobby e do financiamento ilícito de campanhas.

Para mim, o professor Kanitz tentou mostrar as consequências dessa posição contraditória para o país, e, em especial, para a classe média.

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Por: Roberto https://blog.kanitz.com.br/fim-direita/#comment-4117 Tue, 01 Oct 2013 12:57:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=357#comment-4117 O artigo resume a situação atual, não só no Brasil, como em vários outros países: a classe média foi suprimida e os valores associados a essa classe foram deturpados.

A meritocracia se tornou algo negativo. Os valores de comunidade, de bairro, de cooperação foram substituídos por fantoches de jargão ideológico. As empresas privadas não estão mais interessadas na boa gestão e optam tanto pelo lobby – para obter favores públicos e remediarem sua má administração – quanto pelo marketing social e ambiental, que na maioria das vezes é ilegítimo e as torna muito mais parecidas com “sepulcros caiados” do que com empreendimentos de sucesso. Na Europa, as medidas de austeridade colocam peso sobre a classe média. Nos EUA, fala-se em “efeito ampulheta” e até as agências de marketing estão direcionando seus trabalhos ou para os mais ricos ou para os mais pobres.

O Brasil, claro, sofre com todos esses problemas, mas com algumas particularidades. Aqui, o governo se “esforça” para colocar mais pessoas na classe média (programas assistenciais, redução do IPI veicular, mudança dos parâmetros que separam a classe média da baixa) e aumentar o poder de consumo da população (sem elevar, de fato, a qualidade de vida). Ao mesmo tempo, a classe média é criticada pelo braço ideológico do governo (artistas e filósofos, todos ricos), chamada de “coxinha” e “reacionária” quando percebe que está sendo passada para trás. Ou seja, ao invés de se manter como parte da sociedade, a nossa classe média virou um mero título para manipulação eleitoreira: o recém-chegado a ela é exaltado, para que dê seu voto a quem, supostamente, o colocou lá; e o que nela já estava é coagido a manter a boca fechada e a carteira aberta, sem condições de escolher outro caminho político. A máscara colocada sobre a ditadura militar, classificando-a como extrema-direita, submissa e entreguista só serve para fomentar essa relação.

No artigo o senhor fala de duas esquerdas, uma que alcançou o poder em 1964, pela via militar, e outra que alcançou o poder em 1986, pela via pseudo-democrática. Concordo com a dicotomia, mas discordo de que se trate legitimamente da esquerda. Inclusive, destaco suas próprias palavras: “É a esquerda que define cidadania como direitos, como aposentadoria, escola grátis, saúde grátis, transporte grátis, comida, cultura, esporte, etc.” Nem antes, nem hoje, podemos observar uma iniciativa governamental em prol da educação, da saúde, do transporte, da cultura, da reforma previdenciária… Por aqui, estamos sem direita e sem esquerda, aleijados em termos de representação política…

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Por: Noi Scheffer https://blog.kanitz.com.br/fim-direita/#comment-4116 Sun, 15 Sep 2013 00:53:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=357#comment-4116 Caro Prof. Kanitz, voltei ao topo para conferir se o texto era seu mesmo. Desculpe, deve ser o seu pior texto. Que enorme confusão de papeis. Os militares só queriam derrotar os revolucionários comunistas. Nunca entenderam que o que temos hoje (socialismo) é o velho comunismo sem a estatização da propriedade. Empreiteiras e banqueiros nunca foram e nem serão de direita ou de esquerda, são apenas dinheiristas, capitalistas nunca. Me parece que o senhor já disse que não é capitalista, só assim se pode admitir sua enorme confusão. Quando o senhor tenta defender o PT da nisso. Tenho enorme apreço pelo Senhor, mas por favor, reveja este artigo.

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Por: ki https://blog.kanitz.com.br/fim-direita/#comment-4115 Tue, 10 Sep 2013 06:03:00 +0000 http://66.147.244.83/~blogkani/wordpress/?p=357#comment-4115 Texto fantástico, o Brasil nunca acreditou em mão invisível do mercado, mas sim em mão pesada do estado. O estatismo dos militares no entanto acertou mais que o do PT e do PMDB juntos. Pró-alcool, bacia de campos, tupi, hidrelétricas, mercado de capitais, banco central, muita coisa eles fizeram. Até onde fracassaram, como na política habitacional, acredito que o legado para o povo foi menos desastroso, uma coisa é morar numa casa ruim mas quase de graça da COHAB ou ganhar o privilégio de pagar uma ninharia pela casa do BNH graças a hiperinflação, outra é o Minha Casa Minha Vida, que endivida a pessoa pela vida toda por um imóvel padrão COHAB a preço irreal, supervalorização que mais dia menos dia vai levar o país a uma bela crise financeira.

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