Superavit é quando se gasta menos do que se arrecada, algo que toda empresa, governo e família deveriam almejar. É a lei número 1 da administração.
Deficit é quando se gasta mais do que se arrecada. Por mais de cinquenta anos, nossos governantes cobriram ou “encobriram” seus deficit com a emissão de moeda, o que deu início ao nosso flagelo inflacionário.
Depois cobriram estes deficit contraindo dívidas externas e internas impagáveis, para financiá-las.
Nos últimos dez anos e especialmente no governo FHC, aumentaram os impostos para cobrir ainda mais deficit, até chegar a esses sufocantes 45% de carga tributária.
Mesmo assim, os deficit do governo continuam, hoje na casa de 3% do PIB ao ano.
Esse propalado “superavit” primário não é um superavit, mas um truque semântico. Não inclui os juros nem as amortizações a pagar. É como achar que seu salário dá para viver, excluindo a pensão dos filhos e os juros do banco. Ou seja, nossos governos continuam a não honrar todos os seus compromissos.
A única forma de reduzir deficit é reduzir custos.
Algo nunca feito.










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