Um livro que li há 30 anos sobre estatística e matemática que apresentava este conselho frio e calculista, mais ou menos assim: Case com o seu terceiro namorado/a e ponto final.
Embora este conselho pareça ridículo, do ponto de vista estatístico não é uma regra tão descabida assim.
Sua primeira namorada ou namorado, provavelmente foi escolhido/a de uma amostra de seres humanos, algo entre 20 e 50 amigos.


Você nunca poderá namorar todo mundo do mundo, antes de decidir, portanto o 100% ou 99,99% normalmente é uma meta impossível.
É neste grupo que se encontram a Cameron Diaz e George Clooney.
A melhoria que você poderia almejar continuando a sua busca na quarta, quinta ou sexta namorada em prol pela mulher perfeita, não é uma melhora tão significante assim.
Depois da terceira escolha, as chances de você até piorar sua situação é grande, porque elas e eles não ficam dando sopa eternamente e seu universo poderá começar a diminuir à medida que todos forem se casando.
Este é o atual problema de muitas mulheres de carreira que decidem se casar aos 34 anos. Elas acabam tendo a sensação de que os homens não são como antigamente, e não aceitam casar com alguém inferior a algum antigo namorado.
Não, os homens não estão se deteriorando, os melhores simplesmente estão se casando e saindo do mercado dos disponíveis.
Eu só estou escrevendo isto, porque muitos leitores do meu artigo “O Contrato de Casamento”, publicado na Veja, ficaram com a impressão que eu estava sugerindo casamento sem fazer muita escolha, e concentrar em melhorar o relacionamento.
Escolha sim, mas não exagere, o príncipe perfeito não existe, nem a princesa, e trabalhar no relacionamento é a saída correta, quanto antes melhor.
Concentre-se em melhorar o relacionamento com a pessoa que já está ao seu lado, do que gastar a mesma energia tentando achar alguém perfeito.
Estatisticamente dá na mesma.










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