Quando o governo distribuiu os 200 bilhões de benefícios do auxílio emergencial, 45% dos R$ 600,00 por pessoa volta imediatamente como impostos de R$ 270,00.
O que significa que o custo para o governo é na realidade de R$ 330,00 e não R$ 600,00 por beneficiado.
Preciso repetir? Não custa 200 bilhões.
Minha sugestão, como administrador, é que seja debitado como despesa da União o valor líquido, e assim impactaria menos o teto dos gastos.
Mas o que estão fazendo é contabilizar os 90 bilhões de impostos como Receita da União, Receita “adicional”, que os políticos acham que é para se gastar.
Minha solução seria colocar os impostos do auxílio emergencial pelo líquido, o que aliviaria o teto dos gastos, em vez de aumentá-los colocando-os como receitas de impostos.










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