ADMINISTRAÇÃO DAS NAÇÕES - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/artigos/administracao-economica/ Blog para se Pensar Fri, 29 Aug 2025 01:35:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.5 https://blog.kanitz.com.br/wp-content/uploads/2021/06/stephenkanitz-favicon-150x150.png ADMINISTRAÇÃO DAS NAÇÕES - Stephen Kanitz https://blog.kanitz.com.br/artigos/administracao-economica/ 32 32 Estamos em Queda Livre https://blog.kanitz.com.br/estamos-em-queda-livre/ https://blog.kanitz.com.br/estamos-em-queda-livre/#comments Fri, 29 Aug 2025 01:35:24 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=30039 A maioria dos brasileiros não percebe, mas estamos em queda livre. Não somos um avião, mas a lógica é a mesma: uma aeronave cai quando os problemas surgem mais rápido do que os pilotos conseguem resolver. No nosso caso, o comando está nas mãos de um Torneiro Mecânico e um vice Anestesista sem nenhum conhecimento […]

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A maioria dos brasileiros não percebe, mas estamos em queda livre. Não somos um avião, mas a lógica é a mesma: uma aeronave cai quando os problemas surgem mais rápido do que os pilotos conseguem resolver.

No nosso caso, o comando está nas mãos de um Torneiro Mecânico e um vice Anestesista sem nenhum conhecimento de administração de crises.

O Brasil está parado há 40 anos justamente porque gasta tempo demais corrigindo erros e quase nenhum tempo planejando o futuro.

Aproximadamente 80% do nosso tempo produtivo é direcionado à correção de erros, enquanto apenas 20% é dedicado ao crescimento efetivo.

Não é à toa que se repete a frase: “O Brasil não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade”.

Hoje, estamos 100% dedicados a apagar incêndios: déficit, STF, juros elevados, tarifaço do Trump.

E, como se não bastasse, nosso presidente e nosso STF ainda resolvem bater de frente com nosso maior parceiro comercial, justamente o único capaz de nos ajudar a atravessar a crise financeira que se aproxima.

Enquanto isso, a população permanece anestesiada.

Poucos reparam, por exemplo, a recondução de Paulo Skaf para seu quinto mandato na FIESP, símbolo perfeito de uma geração Boomer que se recusa a passar o bastão para a Geração X e os Millenials.

Sem oposição, sem renovação, o status quo segue firme… mesmo que o avião esteja em queda.

Haddad garante que, mexendo apenas uma variável, aumentar impostos via crescimento do PIB, resolveremos tudo.

Nosso Torneiro Mecânico e seu vice, que burros não são, acham plausível. Mas nenhum dos dois tem preparo para enxergar que a proposta é inviável.

Países que prosperam dedicam 100% do tempo ao futuro, não a remendar o passado.

Ignorar que não prender Bolsonaro para agradar Trump é estratégia, e não submissão, é negligenciar o fato de que estamos em declínio.

Economicamente. Moralmente. Institucionalmente. Culturalmente.

Apertem os cintos.

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A Volta do Antiamericanismo https://blog.kanitz.com.br/a-volta-do-antiamericanismo/ https://blog.kanitz.com.br/a-volta-do-antiamericanismo/#comments Fri, 15 Aug 2025 00:46:49 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=30025 Os Estados Unidos são o país com o maior mercado consumidor logo ao nosso lado. Os americanos são um povo meio ingênuo, vivi com uma família por ano, e dois anos com meus colegas de Harvard. Não se interessam nem um pouco pelo Brasil, acham corretamente que temos pouco a oferecer além do samba. São […]

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Os Estados Unidos são o país com o maior mercado consumidor logo ao nosso lado.

Os americanos são um povo meio ingênuo, vivi com uma família por ano, e dois anos com meus colegas de Harvard. Não se interessam nem um pouco pelo Brasil, acham corretamente que temos pouco a oferecer além do samba.

São comunitaristas, do tipo que começam cooperando, acreditam num ganha-ganha para ambos os lados, jamais um soma zero como acham quem nunca negociou com eles.

Os super-ricos são de esquerda, Bill Gates, Elon Musk irão doar tudo para os pobres, algo que ninguém da esquerda brasileira pretende fazer.

Contudo o antiamericanismo no Brasil é mais do que uma opinião política: é um traço cultural, um mito nacional, um reflexo do nosso complexo de inferioridade travestido de soberania e não consequências de maus tratos ou guerras.

Cultivado por gerações de intelectuais, reforçado por militares, encenado por diplomatas e idolatrado por estudantes, esse sentimento tem custado caro ao país em termos de desenvolvimento, inserção internacional e até mesmo governança interna.

Em vez de exportar para o mercado americano como fizeram o Japão, Coreia do Sul e China, nossos economistas fizeram o contrário, pois insistem na política de substituição das importações americanas, por produtos nacionais fabricados aqui.

China, Coreia e Japão estão agora na frente, e o Brasil nunca mais conseguirá alcançar. Nesse período, estes países administrados por administradores e não por economistas criaram marcas poderosíssimas com Sony, Yamaha, Samsung, BYD, que americanos jamais permitiriam serem taxados.

Em suma, a única marca internacional que possuímos, a Varig, faliu.

Vargas usou a rivalidade entre americanos e alemães para barganhar investimentos, como a CSN. Recebeu ajuda, mas manteve um projeto nacionalista e autárquico.

Nos anos 50 a 70, a esquerda brasileira transformou os EUA no grande vilão do capitalismo internacional.

Curiosamente, mesmo durante a ditadura militar alinhada geopoliticamente aos EUA persistia um discurso nacionalista na economia e na cultura, desconfiando de multinacionais e resistindo à “entrega” de setores estratégicos.

Decretamos a “Moratória da Dívida Externa” bestamente em praça pública, assustando todos os depositantes dos bancos, em vez de ligar as 16 horas dizendo que não poderíamos pagar, e ninguém precisava ficar sabendo.

Durante os governos do PT, especialmente sob Lula e Dilma, o antiamericanismo ganhou status oficial.

O Brasil se aproximou dos BRICS, sabotou a Alca, criticou guerras americanas no Oriente Médio e buscou protagonismo no Sul Global.

Nas universidades e na cultura, o antiamericanismo é praticamente hegemônico. Livros, teses, filmes e músicas retratam os EUA como corruptores, violentos, racistas, imperialistas.

A elite cultural brasileira se define, muitas vezes, mais por aquilo que rejeita (EUA, liberalismo, capitalismo) do que por aquilo que propõe.

Enquanto isso, modelos administrativos, técnicos e educacionais americanos focados em eficiência, mérito e responsabilidade são descartados como “neoliberais” ou “coloniais”. Minha luta pró administrador nem obteve apoio das escolas de administração.

A insistência em ver os EUA como inimigo impediu o Brasil de fazer alianças estratégicas, como fizeram Coreia do Sul, Taiwan, Polônia ou Índia. Enquanto outros países usavam o capital, a tecnologia e o conhecimento americanos para se desenvolver, o Brasil preferia “resistir” e permaneceu estagnado.

Em nome da soberania, mantivemos estatais ineficientes, universidades ideologizadas e um setor público hostil à inovação.

Soberania volta às manchetes, reforçando mais 50 anos de substituição das importações, e ignorar o imenso mercado americano, bem como parcerias tecnológicas imprescindíveis pois nossas universidades nada pesquisam que seja útil para as empresas.

O Que Ganhamos com Isso?

Pouco. Um senso falso de independência, talvez. Um discurso soberano para consumo interno. Mas perdemos relevância internacional, acesso a mercados, investimentos em tecnologia e influência diplomática.

Portanto, está na hora do Brasil abandonar essa adolescência diplomática.

Os EUA não são um inimigo a ser odiado, nem um pai a ser bajulado.

São um parceiro estratégico, com o qual podemos e devemos ter relações pragmáticas, baseadas em interesses mútuos.

O antiamericanismo pode ser um excelente discurso para assembleias estudantis.

Mas é um péssimo alicerce para um projeto de país.

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Documentário – Pensando Juntos https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos-3/ https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos-3/#respond Fri, 11 Jul 2025 09:33:22 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=30007 Capítulo 3 De nada adianta trocar o piloto se o avião já está em queda. Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=CDxiS5hLmkk

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Capítulo 3

De nada adianta trocar o piloto se o avião já está em queda.

Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=CDxiS5hLmkk

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Documentário – Pensando Juntos https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos-2/ https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos-2/#respond Fri, 04 Jul 2025 04:54:36 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=30001 Capítulo 2 Brasil é caos mas também é coração. Você já parou para pensar no poder das histórias que moldam nossa realidade? Recentemente, tive a honra de mergulhar em conversas profundas com Paulo Sérgio Rosa, e ele selecionou trechos de três episódios que podem fazer você refletir! Nestes momentos, exploramos como ideias e narrativas transformam […]

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Capítulo 2

Brasil é caos mas também é coração.

Você já parou para pensar no poder das histórias que moldam nossa realidade?

Recentemente, tive a honra de mergulhar em conversas profundas com Paulo Sérgio Rosa, e ele selecionou trechos de três episódios que podem fazer você refletir!

Nestes momentos, exploramos como ideias e narrativas transformam vidas, negócios e até o futuro do Brasil.

Espero que você goste. Comente no próprio YouTube e responderemos.

Acesse o link https://www.youtube.com/watch?v=MBAlnfa7Fc8

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Nosso PIB Per Capita Caiu Pela Metade https://blog.kanitz.com.br/nosso-pib-per-capita-caiu-pela-metade/ https://blog.kanitz.com.br/nosso-pib-per-capita-caiu-pela-metade/#comments Fri, 27 Jun 2025 09:52:15 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29995 Ao longo dos últimos 40 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou crescimento em termos absolutos. No entanto, esse crescimento foi amplamente impulsionado pelo aumento populacional. Quando analisado sob a ótica do PIB per capita, o indicador mais relevante para mensuração de bem-estar e produtividade média, o país sofreu uma queda estrutural significativa. Houve […]

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Ao longo dos últimos 40 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou crescimento em termos absolutos.

No entanto, esse crescimento foi amplamente impulsionado pelo aumento populacional.

Quando analisado sob a ótica do PIB per capita, o indicador mais relevante para mensuração de bem-estar e produtividade média, o país sofreu uma queda estrutural significativa.

Houve uma redução real próxima de 50% em termos relativos, quando comparada à média global.

Em 1984, o Brasil ocupava a 40ª posição no ranking mundial de PIB per capita.

Caso tivesse mantido essa colocação até 2023, que atualmente é ocupada por Portugal, o país teria atingido uma renda média de aproximadamente US$ 27 mil per capita.

Entretanto, o Brasil caiu para a 84ª posição, com um PIB per capita estimado em US$ 10 mil, menos da metade do valor português.

Se você está achando esse valor de US$ 10 mil alto, é porque nossos economistas costumam calcular o PIB per capita antes dos impostos. Não encontrei o valor da Renda Per Capita Disponível, que é substancialmente mais baixo.

Essa perda de posição relativa evidencia uma deterioração competitiva persistente, amplamente ignorada tanto pela grande imprensa quanto por parcela significativa da comunidade econômica nacional.

O foco excessivo em indicadores agregados, sem comparações internacionais, tem mascarado a realidade do desempenho brasileiro em termos de produtividade individual e renda média.

Na ciência da administração, é impensável avaliar o desempenho de uma organização sem estabelecer benchmarks e comparações relevantes.

Contudo, avaliar o crescimento de uma empresa sem compará-lo ao de seus concorrentes resulta em decisões míopes, e o mesmo raciocínio deveria ser aplicado à análise macroeconômica.

Há quatro décadas o Brasil segue sob o domínio de uma visão técnica limitada, centrada no controle da inflação e na estabilidade nominal, em detrimento de uma estratégia sistêmica de aumento da produtividade e da competitividade internacional.

O país foi entregue a formuladores de políticas que confundem estabilidade com desenvolvimento, uma disfunção técnica que tem custado caro.

Enquanto continuarmos promovendo agentes econômicos e intelectuais que se concentram em variáveis parciais e desconsideram métricas internacionais comparadas, não há perspectiva real de convergência com os países desenvolvidos.

O mais preocupante é que, mesmo diante desse declínio visível, a percepção coletiva de fracasso ainda não se consolidou.

A inércia analítica pode muito bem prolongar esse ciclo por mais 40 anos.

Assustador!

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Documentário – Pensando Juntos https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos/ https://blog.kanitz.com.br/documentario-pensando-juntos/#comments Wed, 18 Jun 2025 11:58:29 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29988 Capítulo 1 Administrar é não permitir que problemas se acumulem. Acesse o link https://youtu.be/MznVqUDFfUs

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Capítulo 1

Administrar é não permitir que problemas se acumulem.

Acesse o link https://youtu.be/MznVqUDFfUs

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As Portas se Fecham para nós Brasileiros https://blog.kanitz.com.br/as-portas-se-fecham-para-nos-brasileiros/ https://blog.kanitz.com.br/as-portas-se-fecham-para-nos-brasileiros/#comments Fri, 06 Jun 2025 15:35:36 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29983 Quem teve juízo já foi embora. Quem ficou, ficará para sempre. Os últimos a saírem ainda conseguiram um visto italiano, português, americano. Os que zombaram da política, que votaram “no que fala pouco”, agora vão entender o preço da omissão. No Brasil do futuro, que já começou, você somente obedecerá. Obedecerá calado. Entretanto, pagará impostos […]

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Quem teve juízo já foi embora.

Quem ficou, ficará para sempre.

Os últimos a saírem ainda conseguiram um visto italiano, português, americano. Os que zombaram da política, que votaram “no que fala pouco”, agora vão entender o preço da omissão.

No Brasil do futuro, que já começou, você somente obedecerá.

Obedecerá calado.

Entretanto, pagará impostos cada vez mais pesados, aceitará uma saúde pública em colapso, verá seus filhos estudarem em escolas sucateadas. E ainda agradecerá, pois reclamar será crime.

Desde o fim do regime militar, único período de crescimento sustentado, nossa renda per capita foi cortada pela metade, pois o dado é escondido pelo IBGE, abafado pela imprensa.

Caímos do 40º onde hoje está a Grécia, para o 81º lugar no ranking global de renda.

Sim, caímos, mas acreditamos todo este tempo estar subindo.

Em suma, foram 40 anos de doutrinação.

Nossos jornalistas, intelectuais e professores venceram: conseguiram fazer o país regredir em nome de justiça social, contudo uma justiça que só distribui miséria.

Como ex-professor universitário, afirmo: nunca ouvi na USP uma conversa séria sobre crescimento. Só sobre distribuição.

Nunca discutimos eficiência. Só aumento de gastos.

Nunca produtividade. Só aumento de salários do funcionalismo.

Agora, quando o Brasil se tornar verdadeiramente inviável, Flórida e Portugal não estarão com os braços abertos para nos receber. Estarão com os portões trancados. E com razão.

A esperança de que Tarcísio, Caiado ou Ratinho, poderão mudar tudo isso sozinhos, é uma ingenuidade atroz.

Como se trocar o piloto mudasse o avião em queda.

A verdade é amarga: 1,5 milhão de brasileiros irresponsáveis, somados aos 12 milhões que anularam o voto, colocaram no poder um condenado em três instâncias. Mesmo que a primeira instância fosse falha, a segunda e a terceira confirmaram e isso ainda não foi contestado.

Prepare-se. O Brasil caminha para mais 50 anos de estagnação, comandado por políticos e economistas que vivem do que você produz, sem entregar nada em troca.

Mas ainda há tempo para reagir.

Comece se educando, politicamente e economicamente.

Exija reformas, desmascare as mentiras, confronte o discurso único.

Ensine seus filhos a pensar, e não a repetir slogans.

Denuncie o populismo, o aparelhamento, a corrupção sistêmica. Vote com coragem, com lucidez, com memória.

O futuro do Brasil não será diferente enquanto os brasileiros forem os mesmos. Mude. Agora.

Ou se conforme em assistir o país definhar, por sua culpa.

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A Verdadeira “Mais Valia” Marxista https://blog.kanitz.com.br/a-verdadeira-mais-valia-marxista/ https://blog.kanitz.com.br/a-verdadeira-mais-valia-marxista/#comments Fri, 30 May 2025 08:49:12 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29979 É assustadora a ignorância de alguns economistas marxistas que acreditam que a mais valia extraída do trabalhador varia de 50% a 80% do valor do trabalho. Até mesmo muitos da Direita se confundem, estimando esse número em 36%. Na realidade, a mais valia gira em torno de 7%, e apenas nas empresas bem-sucedidas. Você realmente […]

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É assustadora a ignorância de alguns economistas marxistas que acreditam que a mais valia extraída do trabalhador varia de 50% a 80% do valor do trabalho.

Até mesmo muitos da Direita se confundem, estimando esse número em 36%.

Na realidade, a mais valia gira em torno de 7%, e apenas nas empresas bem-sucedidas.

Você realmente prefere lutar para comprar produtos 7% mais baratos, com pouca variedade, enfrentando filas intermináveis, sob um regime comunista?

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A Grande Enganação: A Armadilha do Crédito Consignado https://blog.kanitz.com.br/a-grande-enganacao-a-armadilha-do-credito-consignado/ https://blog.kanitz.com.br/a-grande-enganacao-a-armadilha-do-credito-consignado/#comments Mon, 10 Feb 2025 21:59:40 +0000 https://blog.kanitz.com.br/?p=29894 O que a Social Democracia está fazendo para se manter no poder e popular é simplesmente vergonhoso.  Endividar o povo brasileiro para maquiar a economia e postergar uma recessão iminente é um ato de irresponsabilidade brutal.  Lula, Haddad e Alckmin sabem muito bem disso ou deveriam saber. O plano?  Empurrar mais R$ 130 bilhões de […]

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O que a Social Democracia está fazendo para se manter no poder e popular é simplesmente vergonhoso. 

Endividar o povo brasileiro para maquiar a economia e postergar uma recessão iminente é um ato de irresponsabilidade brutal. 

Lula, Haddad e Alckmin sabem muito bem disso ou deveriam saber.

O plano? 

Empurrar mais R$ 130 bilhões de dívida para os mais pobres, com juros de 13,25% ao ano, fora a taxa de risco, para gerar um crescimento artificial do PIB.

Artificial porque crescimento via dívida não é crescimento real, é apenas um truque contábil: uma pedalada econômica para inflar o presente às custas do futuro.

Além do mais a Administração Responsável das Nações é bem clara que o dinheiro de dívidas devem ser investidos, e não consumidos para aumentar o PIB.

Os economistas sabem que o PIB é medido pela produção, não pela distribuição de salários ou renda. 

Só que crédito não é renda – é dívida! E dívida futura não gera riqueza, apenas antecipa consumo de forma artificial.

Ou seja, o crédito consignado não aumenta o PIB de verdade, ele só transfere riqueza do futuro para o presente, criando uma bomba-relógio que explodirá nos próximos governos, quando essas dívidas tiverem que ser pagas.

A realidade é que Lula, Haddad e Alckmin querem arrecadar mais impostos, não ajudar os pobres. 

Esse crédito compulsório faz com que os mais vulneráveis paguem mais tributos imediatamente, além dos absurdos 9% a mais de arrecadação já previstos para 2024.

Dizem que os pobres pagam mais impostos que os ricos?

Na prática, o que acontece é que os pobres são sugados por ICMS e IPI que incidem sobre produtos adquiridos a crédito, com juros extorsivos de até 30% ao ano.

Isso não gera renda – pelo contrário, dilacera a renda, empobrece ainda mais os mais frágeis e perpetua o ciclo da miséria.

Tudo isso para quê?

Para que a Social Democracia continue alimentando sua máquina de poder, prometendo cuidar do social—mas sempre à custa do trabalhador, dos aposentados e dos mais necessitados.

E onde estão os economistas e jornalistas para apontar essa verdade? Ninguém denuncia essa jogada suja.

Essa é a grande verdade que o governo não quer que você veja.

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