Bolsonaro está dando um show nas escolhas dos membros da sua equipe.
Confirma minha previsão de que ele poderia se espelhar em Eisenhower.
O critério usado é o mesmo que utilizamos das empresas administradas por administradores profissionais: Meritocracia.
Não é uma decisão trivial. Bolsonaro está escolhendo profissionais que lhe farão sombra, gente mais inteligente do que ele.
A Dilma fazia questão de fazer justamente o contrário, Collor idem, e sabemos por quê.
O critério anterior era alguém do pequeno círculo de confiança, ou alguém longamente conhecido e leal, ou um político militante do Partido.
Nas empresas familiares era sempre alguém da família.
Estamos vendo a Administração Responsável das Nações ser implantada no Brasil.
Será um governo e tanto.
Parabéns pela humildade.
Veja:
https://blog.kanitz.com.br/eisenhower-e-bolsonaro










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