Henrique Meirelles, João Amoêdo ou Flávio Rocha?

 

Esperei 50 anos para ver meu sonho realizado.

Temos não somente um candidato formado em Administração, mas três com grandes possibilidades.

Juntos, esses três já devem ter 9% do total de votos, num pleito em que quem tiver 17% já irá para o segundo turno.

Precisamos nos próximos três meses somente arregimentar os dois milhões de profissionais da área, os contadores do Brasil, os gerentes e supervisores administrativos, para aumentarmos a participação desses três para 17 a 22% dos votos no conjunto.

Aí, bastariam convencer os dois lanterninhas a desistirem de suas candidaturas e voilà.

Finalmente teremos um país bem administrado.

Um país que não acumula problemas após problemas.

Um país que se preocupa com progresso e produtividade.

E que reduzirá esse vergonhoso desemprego de 13% e esse subemprego de 50%.

Conheci pessoalmente cinco Presidentes do Brasil enquanto presidentes, e com todos tive conversas individuais de uma hora mais ou menos.

É muito difícil, quase impossível, sugerir soluções práticas para Presidentes que nunca estudaram os detalhes das implantações, que são bons somente em teoria.

Nenhuma das minhas conversas ia para frente por falta de conhecimento prático, apenas político, desse pessoal.

A boa notícia é que já conversei no passado com Meirelles, Amoêdo e Flávio Rocha, e a conversa sempre fluiu maravilhosamente.

É trocar água por vinho.

Pelos menos eles conseguem entender coisa com coisa, podiam discordar ou concordar, mas sempre prometiam pensar no assunto.

Nenhum Presidente implanta algo que praticamente desconhece, nem terá a motivação e persistência necessária.

Não é o caso de Meirelles, Amoêdo ou Rocha.

Finalmente temos opções de escolha nesse país, e não mais escolheremos o “menos” pior.

Eu não vou entrar na discussão de quem eu acho melhor, porque qualquer dos três daria conta do recado.

Pelo menos escolha um dos três já, agora, e na reta final a gente decide qual dos três terá 20% dos votos necessários para o segundo turno.

 

(Lido por 6437 pessoas até agora)

20 Comments on Henrique Meirelles, João Amoêdo ou Flávio Rocha?

  1. Sr. Stephen Kinits, só falta os três compreender que se juntarem poderão ter alguma chance e dar uma chance para o Brasil também! Eu votarei em um deles no 1o turno, no Amoedo, mas temo realmente de perder meu voto pois as chances dele (ou de qualquer de um dos outros dois) atingir o 2o turno me parcem baixa. Uma pena…

  2. Olá Professor, o Ciro não me parece ser desentendido, vc já conversou com ele sobre economia, o que achou da entrevista dele ao Roda Viva?

  3. Professor….. sem palavras…. não sou administrador… na minha ignorância, não conhecia seu nome…não conhecia seus pensamentos, nem seu blog… obrigado por ser uma luz que brilha na escuridão….um norte…

  4. Me perdoem os senhores comentaristas e , com a devida vênia , o senhor Professor Kanitz , entendo , entretanto , que o melhor administrador não é apenas aquele formado em Administração , mas sim aquele que tem a visão e a sabedoria na escolha de seus assessores em todos os níveis da Administração Pública , com isenção de ideologias ; tendências políticas e religiosas etc. Resumindo : Saber administrar é saber colocar as pessoas certas , nos lugares certos o que , convenhamos , em nosso país é uma tarefa hercúlea , haja vista a intrincada característica política/partidária do “toma lá , da cá”

  5. O tamanho do estado todos falam: precisa ser reduzido. Porém, quem é o artista que vai promover isso! Como esperar que a classe política reduza seus ganhos! Cada deputado custa 160 mil/mês, temos 513, será que não poderia ser uns 300? Imagine a economia. O governo militar aumentou em aprox. 30 senadores, hoje são 81, cada senador custa dai pra cima. Quando meu salario não está chegando ao final do mês e não tenho como aumentá-lo, diminuo os supérfluos. Não vejo isso na classe politica em geral. Essa empresa Brasil não tem dono, cada um faz o que quer! Eu, com alguma instrução superior e pós graduação, não sei se tenho condições de escolher alguém, imagina o Zé Ninguém lá dos confundós desse país. Esse sistema que está aí, só faz perpetuar os populistas de plantão.

  6. Concordo com tudo o que foi dito. E seria uma ótima opção qualquer um dos três. São executivos de sucesso em suas empresas, tem visão de longo prazo sem dúvida. Porém, como lidar com um congresso de 594 indivíduos de todos os níveis de escolaridade e interesses próprios. Pois, é só isso que esses indivíduos tem, “interesse próprio”. Se essas pessoas pensassem no bem comum, fossem patriotas, etc., sem dúvida, qualquer um dos três representaria o país. Mas, precisa ser alguém que fale a língua desses oportunistas, infelizmente, não estou vendo ninguém. Espero que alguém possa abrir minha mente!

  7. Todos três tem nesgas, seja de partidos ruins, desconhecidos ou de grupo de igreja, mas me digam, se não for um desses três, quem será? Mais um analfabeto? Mais um engenheiro, médico, ou somente político? Vamos realmente perder a oportunidade de colocar na presidência um Administrador para adiministrar o país? Pensem bem!

  8. Vou concordar com Ademar Bach e ratificar que é indispensável falar sobre e combater esse avanço de ideias esquerdistas da ONU, que amantes do comunismo e do socialismo maluco tentam introduzir diariamente no Brasil através de diversos canais de imprensa, governamentais e culturais. É o combate a esse mal que está projetando Bolsonaro ao 1º lugar nas pesquisas e com fortes chances de se eleger. Declarar-se conservador nos costumes é oportuno mas não suficiente e limitará os bons atores ao papel de coadjuvantes. É hora dos marqueteiros de campanha entrarem em campo. Antes do 7×1 de preferência.

  9. É muito otimismo achar que um Presidente da República possa fazer qualquer alteração estrutural no Estado brasileiro com esse lixo político que é o Congresso Nacional, com representantes apenas das corporações públicas e de grupos de interesses privados. João Amoedo não tem partido, Flávio Rocha está filiado a um partido comandado por pastores corruptos e Meireles é um estranho no Pântano fisiológico e corrupto do MDB.

  10. Concordo contigo Avelino, a desobrigação do voto seria um grande ponto de alavancagem para que no médio-longo prazo tenhamos um sistema político mais robusto. Outros requisitos que acrescentaria, seria a necessidade do votante confirmar com antecedência de pelo menos um ano que iria votar na próxima eleição, ainda criar um multa significativa, talvez um salário mínimo ou dois, para aquele que após ter feito a confirmação prévia, não comparecesse para votar. O voto tem que ser visto como além de um direito, uma responsabilidade.

  11. Avelino,
    Aposto em Meireles, apesar do partido corrupto a que pertence, Ou Amoedo.
    Mas precisamos de uma lei que tire imediatamente a obrigatoriedade do voto.
    depois explico melhor.

  12. Meu caro Kanitz, gosto muiro de ti como pensador e profissional, ja desde os tempos de faculdade nos anos 70. Dos 3 apontados apoiaria apenas o Flavio Rocha, que ao menos mencionou que o proximo presidente dever ser liberal na economia e conservador nos costumes. HA TAMBEM UMA GUERRA CULTURAL A SER VENCIDA. Ideologia de gênero, escola doutrinadora de esquerda, LGBT, pedofilia, artes contemporâneas etc são agendas da esquerdalha internacional e poucos da nossa direita liberal está dando importância a esta agenda da esquerda. Prestem mais atenção no que diz Olavo de Carvalho.

  13. Concordo que são três bons candidatos. Afinal, surgiu uma luz no túnel. Não penso que o Meireles será pau mandado, a situação do País é tão crítica que qualquer político que não seja da esquerda (comunista transvestido de democracia), sabe que se o país entrar no trilho correto, o partido dele será beneficiado; a outra opção é continuar encolhendo. Portanto, vamos escolher com a razão, nada de sentimentalismo.

  14. Amoedo, por fidelidade partidária, Meirelles por último, pelas más companhias

  15. Excelente artigo!!!
    Precisamos de luz e propostas coerentes e não de populismo barato, corrupto e incomPeTente!!!
    Eu sou a favor de uma lei que exigisse, no mínimo, nível superior completo para quem fosse candidato a presidente.
    Não se pode governar um país com mais de 200 milhões de habitantes, sem sequer ter formação universitária!!!
    Chega de ignorantes que se gabam de não ler livros!!!

  16. Meireles é indiscutivelmente um ótimo nome. Mas o que está por traz dele é o “beijo da morte” do MDB. Não dá para acreditar que ele é a última cartada para esta turma de corruptos se manter no poder. Aposto em Paulo Guedes!

Comente

Seu email nao sera publicado.




UA-1184690-14