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Donald Trump e eu temos um bom amigo em comum.
Ele é brasileiro, e Trump o adora. Eles conversavam uma vez por semana antes da campanha.
Liguei para nosso amigo em comum para saber mais deste Trump candidato.
Perguntei se ele era de fato louco.
“Louco é quem se baseia numa imprensa americana vendida para se informar. Trump é brilhante. É um gênio.
Claro, ele tem uma personalidade complexa, como todo gênio, mas o segredo é saber como essa personalidade opera. Eu sei.”
Perguntei se ele era honesto.
“Mil vezes mais honesto que a crooked Hillary, que ganhou por palestra que não fez, recebeu doações duvidosas na Fundação Clinton, lembra até alguém no Brasil.
Te digo algo que poucos sabem. Trump tentou por 30 anos construir um hotel na Rússia, um dos países mais corruptos do mundo.
Não foi adiante porque ele não concorda em corromper.”
Perguntei sobre sua falta de experiência política.
“Trump é extremamente leal, e preza lealdade. Assim que os políticos descobrirem essa sua característica, vão apoiá-lo, pode crer.”
Vou sugerir ao Temer tornar meu amigo cônsul em Nova York, ou até embaixador.










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