Tempo de leitura: 50 segundos
Todas as análises da má distribuição da renda partem do pressuposto que é o neoliberalismo, o capitalismo e o conservadorismo (que conserva riqueza) que aumentam a pobreza.
Piketty, Monica de Bolle, Nelson Barbosa, Marcio Pochmann, em nenhum momento de suas análises incluem as cinco formas que o Estado concentra riqueza, concentrando para os mais ricos, e às vezes empobrecendo os já mais pobres.
No mínimo, antes de publicar ou traduzir estas estatísticas, estes cientistas sociais deveriam fazer uma Análise de Variância.
Uma Análise de Variância permitiria determinar quanto da má distribuição da renda é causada pelo:
1. Estado, digamos 45%.
2. Má distribuição das idades, digamos 20%, onde velhos de 50 anos ganham quatro vezes mais que nossos filhos estagiários.
3. Liberalismo, digamos 15%, ao permitir alguns perseguirem seus sonhos de violoncelistas, e outros as suas vocações de neurocirurgiões.
4. Conservadorismo, digamos 10%, ao permitir que pais deixem suas casas e o resto de suas poupanças para os filhos.
5. Capitalismo, digamos 10%, ao permitir aos capitalistas auferirem juros reais, dividendos e aluguéis por não consumirem imediatamente o fruto do seu trabalho.
Estas porcentagens não são pesquisadas, eu coloquei o meu “educated guess”, porque nenhum sociólogo, economista ou cientista político que eu conheço sequer imagina que o Estado contribui com a má distribuição da renda.
Como muitos seguidores saem descendo o sarrafo depois que lanço uma ideia nova, vamos fazer o contrário.
Vocês me digam quais as formas que o próprio Estado Concentra Renda, que seriam as variáveis que teríamos que incluir, ou dados que precisaríamos alimentar o modelo Anova.
Favor não deixar nenhuma das formas, porque isto distorceria a análise.
Até agora todas as formas foram excluídas pelos acadêmicos, imprensa que não pensa, portanto não adianta entrar no Google.
Eu já listei cinco. Mas tenho certeza que devo ter “esquecido” outras tantas.
Me ajudem.










Comentários