O Brasil e a Venezuela

Recusar convites ao Maduro da Venezuela foi uma decisão correta de Bolsonaro, apesar de ter sido criticada por intelectuais brasileiros.

O Brasil deveria mandar tropas para libertar o povo venezuelano capturado que foi por uma ditadura.

O Brasil, pelo menos, deveria mandar tanques e armas para que o povo venezuelano possa lutar em igualdade de condições.

E para recuperar a sua liberdade dos militares marxistas que tomaram a democracia venezuelana.

Não foi isso que os Estados Unidos fizeram com a Inglaterra na segunda guerra mundial, o programa Lend-Lease?

A narrativa atual da Esquerda de que é o povo venezuelano que tem que derrubar sozinho um governo militar armado até os dentes, não é uma total hipocrisia?

Felizmente para o mundo livre, a Inglaterra não pensava assim quando a Alemanha anexou a Polônia.

A aviação inglesa e os exércitos inglês e americano invadiram a Alemanha a um custo pessoal elevado.

E libertaram a França, a Polônia, a Dinamarca, a Áustria, e o povo alemão do Nacional Socialismo.

Não fosse a Inglaterra, hoje estaríamos falando em alemão “Heil Hitler”.

Hitler dizia para seus Generais que tomada a Inglaterra pelo ar, tomaria a Argentina e o Brasil pelo telefone.

Na época de Maquiavel, um povo subjugado por um Maduro faria uma aliança com o Príncipe vizinho, facilitando a invasão.

Era esse evento que mais preocupava Maquiavel, “seja um bom Príncipe, caso contrário será invadido pelo vizinho”.

Hoje, o povo venezuelano deve odiar o Brasil.

Pela nossa total omissão, por nem estar aí pela sorte de um vizinho subjugado por uma ditadura marxista.

Pela nossa falta de coragem inglesa, pelo silêncio de nossos intelectuais e jornalistas, pela nossa covardia de ajudar simplesmente com bens materiais.

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2 Comments on O Brasil e a Venezuela

  1. Fomos amordaçados pelo politicamente correto. A coragem, que é fruto da hombridade, já não existe aqui. Nossos homens se acovardaram sob o falso pretexto do respeito às diferenças. O espírito rústico da defesa se civilizou a ponto de confiar convenientemente nas instituições, por piores que estejam. E a massa, desde a Alemanha de Hitler, defende qualquer tirano que lhe ponha o peixe na mesa. (Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!)

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