O Casal Tipo P

A monogamia, o casamento, a fidelidade, o conceito de família exigem o fim de certos  “privilégios” e liberdades em troca da missão de aumentar as chances dos filhos de chegarem à idade madura, e produzir netos.

Os homens tipo P abrem mão do direito de ter todas as mulheres da tribo como parceiras sexuais. A conversa preferida dos homens é lamentar as mulheres que passam e que não podem tocar.

Para o homem tipo G a liberdade é valorizada a ferro e fogo.

Como ele poderia ter centenas de filhos se ficasse preso a uma única mulher?

A famosa despedida de solteiro do homem moderno é repleta de simbolismos como prisão, perda de liberdade e assim por diante.

Homem
A mulher monogâmica também abre mão da liberdade sexual, de escolher todos os homens da tribo. Era do interesse da mulher pré-histórica ter um filho com o macho mais forte do momento.

Liberdade esta que as feministas viriam resgatar a partir da década de 1970, com o amor livre, a queima do sutiã, o sexo sem compromisso.

Mas o chá de cozinha da noiva pode também ser interpretado como sendo a transição da mulher livre, para uma mulher devotada à família e aos seus filhos.

O conceito de família e a ideia de investimento paternal envolvem sacrifícios tanto de homens e como de mulheres, com abdicação de certas liberdades comuns a todos até então.

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