Presidente Temer. A Reforma Previdenciária Não Será Aprovada.

 

A minha análise é muito simples:

1. Os aposentados são muito mais influentes do que os não aposentados.

2. Os 20% da população que estão prestes a se aposentar são mais influentes ainda. Sindicalistas, Juízes, Funcionários Públicos.

3. Os jovens de esquerda que seriam os maiores beneficiados, são controlados pela Quarta Classe, e eles próprios disseminam que não há deficit de 24 trilhões, que o problema são as empresas falidas como a Varig que devem 200 bilhões.

4. Os ex. Ministros da Fazenda que gastaram todas as nossas e as suas contribuições previdenciárias estão quietinhos, bem como a maioria dos economistas que os idolatram.

5. Até o economista que hoje é o seu Ministro da Previdência, autor da Reforma, está quietinho, quando deveria estar em todas as TVs e Jornais.

Você, leitor, sabe o nome dele?

Ou seja, com esse empenho do seu Ministro, a Reforma não passa.

Como a Reforma da Previdência só trará resultados daqui  cinco anos, parabéns por pensar a longo prazo, ela não afeta o seu governo.

Portanto Presidente Temer, eu sugiro duas alternativas.

1. Publicar essa dívida atuarial de 24 trilhões, que seu Ministro da Previdência e todos os anteriores estão escondendo, e decretar a falência do Ministério da Previdência, demitindo seu Ministro dessa classe que mais uma vez decepcionou a confiança depositada.

Ato contínuo, pare de pagar todas as aposentadorias até que a Reforma da Previdência seja aprovada.

2. A outra alternativa bem menos arriscada, e que seria minha escolha, é anunciar que a Reforma da Previdência, importante como ela é, só será votada pelo próximo Governo, “democraticamente eleito” como quer a Quarta Classe que se opõe ao seu Governo.

Como o Próximo Governo será majoritariamente de direita e contra tirar dos pobres para dar para as aposentadorias milionárias, o mercado financeiro considerará a Reforma como certa. E voltarão a investir já.

Presidente Temer.

Em vez de esperar até dezembro para reativar a economia, senão esses Deputados e Senadores não votariam nessa última reforma, comece já.

A próxima redução de juros será para 9,00%.

Imagine as manchetes “Juros Nominais de um Dígito finalmente”, que na realidade será um juro de 2,9% ao ano.

Basta o Sr. comunicar essa verdade que os bancos e seus economistas querem sempre esconder e teremos um corre-corre para ativos produtivos.

Com sua Reforma Trabalhista já dá para despedir funcionários, condição sine qua non para contratá-los já, mesmo com certas dúvidas de uma recuperação.

Não se vende automóveis, 10% do PIB, há quase 4 anos, e só aí temos uma demanda reprimida de 40% do PIB, fora geladeiras, TVs, computadores, etc.

Capacidade ociosa temos, só falta o tal Capital de Giro que lhe apontei e era minha preocupação já em outubro de 2016.

Aí, basta o Sr. postergar por um mês o pagamento do IPI, fazendo acordos com os Estados progressistas de fazerem o mesmo com o ICMS, e teremos crédito para capital de giro a rodo e grátis, sem depender desse oligopólio dos Bancos.

O Sr. irá irrigar a economia de Norte a Sul.

O resto deixa com a gente.

Estamos esperando esse momento há mais de 25 anos.

Estou disponível como sempre, e meus parabéns novamente.

 

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