A Pedalada Fiscal do PT é de R$ 5 Trilhões. Isto Mesmo.

 

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A pedalada fiscal do PT é muito maior do que estes R$ 90 bilhões, detectados pelo TCU.

A pedalada até agora é de R$ 5 trilhões, e só este mês pedalaram mais R$ 30 bilhões.

E mês que vem serão mais R$ 30 bilhões, e assim por diante mês após mês, a farra continua.

Se alguém estava na dúvida se as pedaladas de um governo anterior davam impeachment, vocês do Vem Pra Rua, MBL, Endireita Brasil, Revoltados On Line, têm agora um prato cheio pela frente.

Mas assustador não é este valor colossal.

O assustador é que depois de mais de um ano de noticiário diário sobre pedaladas, vocês nem saibam disso.

É um número mais de 500 vezes maior do que o noticiado, e ninguém sabe e comenta?

Como um valor desta monta, e que continua todo mês, pode ser “pedalado” e nenhuma instituição do Brasil, TCU, Congresso, Ordem dos Advogados, IPEA, USP, Unicamp, se manifesta?

E não é de hoje.

Desde a gestão do Ministro Maílson da Nóbrega, que foi quem inventou esta pedalada fiscal, ela ocorre todo ano, todo mês, desde 1988.

Um dos meus primeiros artigos na Veja, 30 anos atrás, tocava neste assunto.

Só no governo PSDB, que todos acham um bando de intelectuais brilhantes e inocentes, a pedalada total foi de mais uns R$ 3 trilhões.

Não posso precisar o número total certo justamente porque ela foi pedalada, mas uma estimativa por cima são R$ 16 trilhões.

Pior que a pedalada foi gastar a grana e não contabilizar uma dívida que vai quebrar ou já quebrou o Brasil.

Vou dar uma dica, a pedalada foi registrar como Receita o que deveriam ter registrado como uma Dívida.

E quem souber do que estou falando, responda nos comentários, qual deveria ter sido o valor do Débito que não registraram.

Registraram o débito como Despesas, que é o que eles queriam, gastar, gastar, gastar, mas deveriam ter registrado como ………..?

Aposto que um ou dois somente irão acertar.

Nossos Ministros da Fazenda dos últimos 25 anos, nem ao menos fizeram uma nota explicativa para os seus sucessores do tipo:

“Não se esqueçam de devolver a pedalada que fizemos, senão no futuro vai faltar para alguém.”

E este “alguém” são vocês próprios que me leem.

E nem sabem?

Estes Ministros da Fazenda e seus Contadores Públicos, que teriam a obrigação de recusar, cometeram o crime perfeito.

Crime perfeito é quando o próprio roubado não sabe que foi lesado para correr atrás.

É isso que me deixa em pânico.

Nem o TCU, nem o Sérgio Moro, nem o Vem Pra Rua, nem a Folha, nem a Unicamp, sabem do que estou falando.

Quando explico esta pedalada a engenheiros, a advogados, a economistas, a jornalistas que acham que entendem de contabilidade e administração, eles imediatamente me dizem, “ah mas isto é impagável”.

Como ninguém é formado em finanças, acham que uma dívida impagável de R$ 16 trilhões viraria zero imediatamente.

Claro que não!

Quem tem a receber vai, via Receita Federal, tirar o que puder.

Talvez não consigam arrancar os R$ 16 trilhões, de fato, mas vão tentar 15, 14, 13, o que puderem. A Receita Federal está aí para isto.

Alguém me explica como é possível tão poucos Ministros da Fazenda enganarem tantos brasileiros por tanto tempo?

E como é possível vocês terem sido roubados todos estes anos e nenhum jornalista progressista, professor da Unicamp, da USP, da FGV, do PT e do PSDB comentarem, muito menos agirem?

Agradeço antecipadamente.

 

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6 Comments on A Pedalada Fiscal do PT é de R$ 5 Trilhões. Isto Mesmo.

  1. Nós pagamos INSS, que deveria ser registrado a crédito no passivo, como Valores a Pagar e debitando em Investimentos Atuariais. Infelizmente, consideram o nosso “aporte” do INSS como receita, debitando no caixa do governo, ou diretamente para pagamento dos já aposentados que não tiveram suas contribuições aplicadas e provisionadas. É assustador.

  2. Previdência, que nada mais é que um esquema de pirâmide imposto pela lei.

  3. Basta inflacionar a moeda, o imposto invisivel. Os ricos e os banqueiros terão como se proteger com títulos, ações e moedas. Já os pobres a a chamada “classe media” vai pagar o pato…

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