O Fim da “Nova” Matriz Econômica da Dilma

[pullquote]Estamos cansados de sermos cobaias de experiências econômicas fracassadas.[/pullquote]

 

 

 

 

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Este pacote de medidas econômicas, partindo do Senado, é a primeira vez em 50 anos que seguimos a nossa Constituição Republicana.

São nossos representantes que determinaram as políticas econômicas a serem executadas pelo nosso Executivo, e não o próprio “executivo”.

Vamos torcer para que “A Nova Matriz Econômica” seja a última tese de acadêmicos a ser testada em seres humanos, sem autorização prévia.

Estamos cansados de sermos cobaias de experiências econômicas fracassadas.

Como o “plano” Cruzado, dos acadêmicos da Profa. Maria da Conceição Tavares.

Como o “plano” Bresser, do acadêmico da FGV Prof. Bresser Pereira.

Como o “plano” Collor, da acadêmica Zélia Cardoso de Mello.

E agora desta Nova Matriz do acadêmico Guido Mantega, também da FGV.

“Nova” significa justamente isto, NUNCA TESTADA EM SERES HUMANOS.

Estes acadêmicos, estes políticos que os contratam e estes jornalistas que os adoram, até se orgulham destas experiências e a chama de “Economia Heterodoxa”.

Heterodoxa significa justamente isto, “nunca testada em seres humanos”.

“Ortodoxa” significa o contrário, teorias já testadas em seres humanos, normalmente em uma população de ingleses e americanos.

O que para mim não me acalma em nada, pelo contrário.

Nós brasileiros não somos anglo-saxões, somos latinos.

Reagimos de forma diversa a “estímulos econômicos”, um dado científico tão óbvio, que me assusta que estes acadêmicos sequer levam em consideração.

Em Minas 10 anos atrás, uma Associação Comercial criou um muito apropriado “Prêmio Josef Mengele de Economia”, para a pior medida heterodoxa do ano.

Para quem não sabe, Josef Mengele era o famoso nazista que fazia experiências humanas “heterodoxas” nos campos de concentração, formado que era em Antropologia a nível de Doutorado.

O Brasil deu-lhe guarida depois da guerra, onde morreu de forma ortodoxa, afogado.

Esta crise com a Dilma não é política como querem divulgar.

Ela é puramente econômica, fruto de mais uma “Nova” experiência acadêmica fracassada.

Se você é um estudante de economia, assine o compromisso de nunca mais sugerir uma “política pública” sem o consentimento das cobaias envolvidas.

Ou, se inscreva no curso Administração Responsável das Nações.

O Brasil agradece.

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