O Islamismo e a Distribuição da Riqueza

 

Um bom exemplo de como seria uma sociedade onde a riqueza é bem distribuída é o Islã.

Mas veja como ela está hoje.

No Islã os 10% mais ricos, aqueles que detêm normalmente 40% da renda, podiam casar até quatro vezes. A condição era demonstrar capacidade financeira.

Eu acho mais do que uma coincidência este número quatro, que bate com a regra de Pareto. 20% dos clientes trazem 80% das receitas.

Com quatro esposas, a próxima geração inicia zerada, ou cada grupo de filhos por esposa com 10% do PIB.

Melhor que imposto de herança ou imposto progressivo sobre fortunas.

No cristianismo isto não é possível e, por conseguinte, a riqueza dos 10% passa diretamente para a segunda geração na proporção de 1 para 1 e não 1 para 4.

Portanto, não é exatamente o capitalismo ou socialismo que também concentram renda na mão do Estado, os grandes culpados pela má distribuição da riqueza, mas sim a monogamia.

Mas em regimes não monogâmicos, 30% dos homens mais pobres conseguem pelo menos uma mulher para casar, algo negado no islamismo histórico.

Mas algo me diz que 1000 anos de renda bem distribuída no islamismo não melhorou a situação dos mais pobres, não aumentou a meritocracia nem a democracia, como previam Karl Marx e Piketty.

E a um custo genético tremendo para 30% dos homens, algo que nem Hitler fez.

No capitalismo temos algo semelhante quando ricos se separam quatro vezes, e como sabemos não há patrimônio que resista a quatro advogados de família. Mas é isto que queremos.

Algo para se pensar.

 

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