Uma das crenças originais do Islã é que as pessoas prósperas podem ter 4 esposas e supostamente 8 filhos ou mais, se puderem comprovar que possuem recursos para tal.
Se considerarmos que os “prósperos” são 10% da população, isto significaria que 10% dos homens poderiam ter 40% das mulheres.
Isto é excelente para a correta distribuição da renda. Os ricos que normalmente acabam tendo 40% da riqueza, na segunda geração ao ter 40% dos filhos volta tudo a estaca zero.
No cristianismo, onde os 10% mais ricos somente podem ter 10% das mulheres e filhos, a riqueza dos pais se transfere para os filhos, perpetuando a riqueza de uma geração para a outra.
Mas pela mesma lógica, no islamismo, 30% dos homens ficarão sem parceiras e filhos, e são estes que servem para serem suicidas.
Estes números 10/40 e 80/20 são valores bem conhecidos por economistas, a fórmula de Pareto e neste caso sabemos que normalmente 10% dos homens tem 40% da renda de um país.
Como também sabemos que 10% dos clientes geram 40% das receitas das empresas, ou que 10% dos insumos representam 40% das despesas.
Em vez de criar partidos de esquerda para resolver este problema insolúvel, o Islã permite os mais ricos terem 4 vezes mais filhos e esposas, e assim resolvem o problema da má distribuição da renda de uma forma definitiva.
A riqueza é dividida em 4 mulheres , ou melhor entre 8 a 23 filhos, e numa geração tudo é igualado novamente.
A fortuna de US$ 230 milhões de Bin Laden será diluída para US$ 10 milhões por filho, enquanto no Cristianismo, com 2 filhos, a fortuna seria de US$ 115 milhões.
Se o filho cristão casar com outra mulher rica, volta tudo novamente para US$ 230 milhões.
A riqueza passa de pai para filhos intacta.
Não no Islã.
O Cristianismo é uma religião que surge dos pobres, dos escravos, e uma das suas bandeiras foi justamente “a de que cada homem tem direito a uma mulher”. A monogamia de Adão e Eva.
Direito este negado pelo Islamismo, se você for pobre.
Por isto não temos suicidas dispostos a explodir em praça pública em troca de mulher no céu.
Agora quem está certo?
O Islamismo é uma religião onde a riqueza é contida numa única geração.
Propicia também que mais filhos nasçam em famílias ricas que podem sustentá-los e dar-lhes comida e educação.
Pergunte à sua esposa se ela prefere ser a quarta esposa do homem mais rico da cidade, ou a esposa do pobre sapateiro da esquina.
Não se surpreenda com a resposta.
Ela deve estar pensando no futuro do seu filho, não no seu.
E tem mais.
Sabemos que no Cristianismo temos 10% dos homens que são garanhões inveterados, querem uma mulher diferente por dia, e lutam para que os filhos tenham saúde, educação e merenda escolar paga pelo governo, e não por ele mesmo.
Isto é justo?
Isto é ético?
É muito mais cômodo. Pagar pela saúde e educação dos meus filhos?
Deixa o trouxa do contribuinte fazer isto.
O sultão, por sua vez, paga tudo isto do próprio bolso, e cuida sim dos filhos que tem, ao contrário do bando de separados que seguem com suas segundas esposas esquecendo os filhos do primeiro casamento.
O Islamismo distribui a renda, mas gera uma injustiça social com os 30% que não tinham no passado a possibilidade de ter filhos, justamente os mais pobres.
Mais ou menos como é no mundo animal.
Quem já foi para a África verá o bando de machos perdedores, olhando desesperadamente para ver se o Alfa não morre do coração. E lá chegam a 90%.
O Cristianismo é sexualmente mais justo, os ricos só têm direito a uma mulher, o que significa que todo pobre terá a sua.
Mas por outro lado, os ricos ficam mais ricos porque têm menos filhos que os pobres.
A elite islâmica não vê com bons olhos estes valores cristãos, os vê como anti naturais, e todos sabemos como é difícil manter esta tal monogamia.
Mas o ponto desta discussão, é mostrar que o islamismo não é uma religião bárbara, ela tem uma lógica, que melhorará a condição humana sem gerar enormes distorções de renda.
Pode nos parecer estranho, como devemos parecer estranhos à nossa religião, que segundo eles condena 30% das crianças à pobreza, e perpetua a riqueza numa classe dominante.
Algo para se pensar.










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