Como Escolher Um Bom Presidente

 

Todos nossos problemas começam com as nossas más escolhas para Presidentes da República.

Escolhemos aqueles que menos entendem do assunto “ser presidente”, e que mais mentem nas suas promessas.

Vejamos:

No passado votamos em candidatos que nos prometiam grandes reformas, grandes planos, grandes leis e grandes novos projetos.

Acontece que Presidentes fazem parte do Executivo, aquele poder que executa a vontade do Legislativo.

É nosso Congresso, os nossos deputados, que aprovam novos rumos, novas ideias, e não o Executivo ou o Presidente que já tem muito o que fazer.

Isso é Democracia de Consenso, mas preferimos eleger Ditadores que nos prometem salvar a pátria, e mundos e fundos.

São dessas promessas indevidas que surgem os mensalões, a distribuição de cargos, o toma lá dá cá que arruína esse país.

Há vários candidatos prometendo “Banco Central Independente”, quando isso depende de uma PEC do Legislativo.

Como pode alguém prometer algo que não depende dele?

É aí que começa a compra de votos de Deputados e Senadores, as benesses, os benefícios, a corrupção.

Um candidato a Presidente só pode prometer administrar o país com eficiência e qualidade.

Mas isso nenhum promete, justamente porque a maioria nada entende de eficiência e qualidade.

Se você quer promessas, eleja Deputados e Senadores pelos seus planos de Reforma da Previdência, Tributária, Educacional, e assim terminamos esse conluio antidemocrático e perverso.

Não acredite nas promessas fake de certos presidenciáveis que eles/elas jamais poderão cumprir.

Por isso eu recomendo Henrique Meirelles, João Amoêdo ou Flávio Rocha.

Pelo menos eles entendem de Organogramas, da Divisão do Trabalho, de Qualidade e de Eficiência.

 

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9 Comments on Como Escolher Um Bom Presidente

  1. Bom dia, Professor Kanitz. Os referidos candidatos teriam alguma conexão com “esquemas globalistas” internacionais? Diferente da globalização(fenômeno natural de trocas e acordos comerciais entre nações), o globalismo, espécie de messianismo político, almeja a criação e implantação de um “governo mundial socialista”. Dentro dessa elite globalista estão inseridos muitos parceiros desses presidenciáveis: grupo Bildeberg, George Soros, Trilateral Commission, Open Society, Fundação Rockfeller, City de Londres, etc… Não seriam eles salva-vidas de chumbo para o povo brasileiro? Abraços.

  2. O Brasil não merece novos esquerdistas. veja o que a esquerda fez nos últimos anos desde FHC que implantou as sementes de todos os males do que hoje está ai. Devemos sim começar a mudar elegendo alguém que pense para a direita por um estado menor e por mais liberdade ao cidadão. Gosto da sua visão de “administrador” mas não posso pactuar com as suas sugestões. Faça um bem pelo seu pais, não “empodere” (sic/ para usar a mesma palavra usada por um deles recentemente) nenhum dos mencionados!

  3. Promessas de reformas também são fake, pois também não dependem do presidente.

  4. Professor Kanitz concordo que de todos os candidatos que se apresentaram esses 3 são os únicos com capacidade administrativa. Mas faço uma ressalva: além disto é preciso também que tenha valores morais dignos e comportamento ético.
    Não confio no Henrique Meirelles apesar de seu conhecimento e capacidade, pelas pessoas à quem ele já se aliou. “Me diga com quem tu andas e te direi quem és…”
    Pra mim, dos que se apresentaram até o momento, de longe o Amoêdo é a melhor escolha, seja por sua capacidade e propostas ou pelo Partido Novo que claramente tem uma proposta moderna, clara e ética de atuação.

  5. O assunto é muito propício. Mas sua sugestão é pouco, pois o sistema está viciado principalmente pelos 3 maiores partidos. Mesmo que venham os conseguir expressivas renovações no legislativo, esses novos eleitos serão submetidos a cupula partidária (exemplo Sarney).dessa forma no Brasil é que se cria as “melicias” de políticos. Eles não sabem viver de outra coisa.
    Solução: justiça acessar todos que provaram não poder ou dever de estar ali.

  6. Caríssimo Kanitz,
    Parabéns por emitir a sua opinião sincera e direta!
    A imprensa brasileira cansa por sempre divulgar os fatos, mas não apresentar soluções nem tomar partido do que é melhor para o país.
    Concordo plenamente com o que você escreveu. Quem “manda” no Brasil é o Congresso.
    Não precisamos de heróis, mas sim de competentes!

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