A Economia Neoclássica não serve para o mundo industrial. Adam Smith, David Ricardo viviam num mundo 70% agrícola.

Economia Administrativa é o que empreendedores e administradores precisam.

Um Governo Federal Poderia Emitir Dívida Pública?

  Questiono meus amigos rentistas, aqueles que vivem dos juros de títulos do governo, como eles se arriscam a emprestar para um governo totalmente quebrado? Com um fluxo de caixa negativo pelos próximos 20 anos, sabendo que os títulos são impagáveis? A maioria responde o que seus “advisors” economistas lhes [Continua….]

Aos Aplicadores em Títulos Públicos a 12,25% ao Ano

  Acho incrível quando famosos consultores econômicos, que administram fortunas de grandes famílias, propõem a seus clientes aplicar 90% em renda fixa e 10% em renda variável. Sem contar ao menos que esses 90% que eles recomendam logo logo serão impagáveis. Sem a Reforma da Previdência, segundo nosso Ministro da [Continua….]

A Arte e a Humildade de Copiar

  Tempo de Leitura: 95 segundos Administradores em geral não são exatamente brilhantes. Haja visto. Não temos nada parecido aqui com um Peter Drucker, Tom Peter, Jim Collins. Administradores na média não são brilhantes pensadores, criadores nem intelectuais, etc. Não vejo um livro tipo “O Jeito Brasileiro de Administrar” sendo [Continua….]

Por Que a Esquerda Mente Sobre a Desigualdade Brasileira?

  Tempo de leitura: 55 segundos Economistas de esquerda, aqueles em quem nossa imprensa ainda acredita, vivem mentindo que os 10% dos brasileiros mais ricos recebem 40% da renda. Piketty, o economista francês, ficou famoso com esse Fake Economics. O que escondem, e nossos jornalistas ingênuos não verificam, é que [Continua….]

Nominalismo e a Crise da Dívida Externa

  A prática nominalista de embutir indiretamente a inflação do país emprestador nas taxas de juros, em vez de embuti-la nas amortizações, foi uma das principais causas do ingente problema da dívida externa do Brasil. (Este artigo foi escrito originalmente em 1984, e foi responsável pela minha ida ao governo [Continua….]

O Nominalismo e o Deficit Nominal Zero

  Como reduzir a dívida com toda esta má vontade política?            Só existe uma forma de reduzir os juros em um país. A única forma de reduzir os juros é reduzindo a dívida. Todos estes apelos para reduzir os juros diretamente são ingênuos, porque o problema [Continua….]

Perdoem Meu Desabafo

  No meu artigo “Perdoem o meu Desabafo”, publicado na Revista Veja de 14 de janeiro de 2004, eu questionava mais uma vez, a informação amplamente divulgada por economistas nominalistas, jornalistas econômicos, pelo próprio Presidente do Banco Central e pelo Vice-Presidente da República, que o governo brasileiro pagou de juros [Continua….]

“Ainda Bem Que Eu Já Garanti o Meu”

  Em 2002 Antonio Trevisan apresentou Lula, candidato, para alguns empresários para discutirmos os problemas nacionais. Além de mim, reuniu Guilherme Leal da Natura, Walter Appel da Fator, Luis Cesar Fernandes e mais alguém da Klabin, Lula e seu novo assessor Guido Mantega. Ficamos umas três horas discutindo problemas urgentes, [Continua….]

Globalização ou Comunitarismo?

Um dos meus artigos que vive caindo nos vestibulares de redação, por parecer de esquerda, é o “Você Está Despedido”, de 2001. Vale a pena ler, e ele se refere a uma aula que tive onde o professor de administração, Prof. Athos, expulsou da sala um aluno que queria economizar [Continua….]

Nominalismo Econômico e Superestimação da Inflação

A Razão da Persistência da Inflação A maioria absoluta das pessoas está convicta de que os índices de preços no Brasil são ligeiramente subestimados. Uma inflação real de 9% acaba sendo calculada como 8,97% e assim por diante. Talvez seja por isto que ninguém jamais considerou a possibilidade dos índices [Continua….]

Entendam Esses 12,25% de “Juros”

  Tempo de leitura: 3 minutos A Selic é uma narrativa econômica bem elaborada. Uma narrativa do Fake Economics, portanto uma mentira. Esses 12.25% não são juros apesar da manchete em todos os jornais. Esses 12.25 são parte dessa equação. 12,25% = juro + inflação futura e incerta. Quando você [Continua….]

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