Aumenta a Concentração Bancária no Brasil

  Não entendo como o Banco Central pré-aprovou essa concentração bancária. Economistas deveriam saber do efeito negativo na economia de monopólios e oligopólios. Lucros monopolísticos, possibilidade de não serem prejudicados por empreguismo e ineficiência. A função de um banco é emprestar dinheiro para a indústria, comércio, serviço, mecânica, atacado e [Continua….]

Gastamos Somente 3% do PIB Em Juros

Eu já não entendo mais nada.

Há mais de vinte anos estou escrevendo artigos sobre um erronomics que tem aumentado a percepção do risco Brasil à toa, elevando os nossos juros à toa, e a impressão que tenho é que ninguém lê.

O governo e a imprensa acabam de divulgar que o “custo dos juros no governo Lula foi de nada menos que 150 bilhões de reais em 2003, quase 10% do PIB”.

Mais uma vez repetem um erronomics, com sérias consequências econômicas, um erro para mim tão óbvio e banal, daí minha aflição.

[Continua….]

Por Que a Esquerda Mente Sobre a Desigualdade Brasileira?

  Tempo de leitura: 55 segundos Economistas de esquerda, aqueles em quem nossa imprensa ainda acredita, vivem mentindo que os 10% dos brasileiros mais ricos recebem 40% da renda. Piketty, o economista francês, ficou famoso com esse Fake Economics. O que escondem, e nossos jornalistas ingênuos não verificam, é que [Continua….]

Nominalismo e a Crise da Dívida Externa

  A prática nominalista de embutir indiretamente a inflação do país emprestador nas taxas de juros, em vez de embuti-la nas amortizações, foi uma das principais causas do ingente problema da dívida externa do Brasil. (Este artigo foi escrito originalmente em 1984, e foi responsável pela minha ida ao governo [Continua….]

O Nominalismo e o Deficit Nominal Zero

  Como reduzir a dívida com toda esta má vontade política?            Só existe uma forma de reduzir os juros em um país. A única forma de reduzir os juros é reduzindo a dívida. Todos estes apelos para reduzir os juros diretamente são ingênuos, porque o problema [Continua….]

Perdoem Meu Desabafo

  No meu artigo “Perdoem o meu Desabafo”, publicado na Revista Veja de 14 de janeiro de 2004, eu questionava mais uma vez, a informação amplamente divulgada por economistas nominalistas, jornalistas econômicos, pelo próprio Presidente do Banco Central e pelo Vice-Presidente da República, que o governo brasileiro pagou de juros [Continua….]

Globalização ou Comunitarismo?

Um dos meus artigos que vive caindo nos vestibulares de redação, por parecer de esquerda, é o “Você Está Despedido”, de 2001. Vale a pena ler, e ele se refere a uma aula que tive onde o professor de administração, Prof. Athos, expulsou da sala um aluno que queria economizar [Continua….]

Entendam Esses 12,25% de “Juros”

  Tempo de leitura: 3 minutos A Selic é uma narrativa econômica bem elaborada. Uma narrativa do Fake Economics, portanto uma mentira. Esses 12.25% não são juros apesar da manchete em todos os jornais. Esses 12.25 são parte dessa equação. 12,25% = juro + inflação futura e incerta. Quando você [Continua….]

E Se a Renda Fosse “Perfeitamente” Distribuída?

  Hoje a grande bandeira perseguida por mais de 200.000 economistas, desde Krugman até Piketty, desde Celso Furtado até Suplicy , é o sonho da “renda bem distribuída”. Hoje, de fato, a renda não é distribuída. Hoje a renda é “merecida” e ganha com suor e lágrimas. O que impera [Continua….]

“Juros e o Conservadorismo Intelectual”, Por André Lara Resende

  Um dos economistas mais ouvidos pelo PSDB, e autor do Plano Cruzado, escreve um artigo que está circulando nos meios financeiros com o título acima. Leiam aqui http://jornalggn.com.br/noticia/juros-e-conservadorismo-intelectual-por-andre-lara-resende (Lido por 1301 pessoas até agora)

Nosso Maior Problema: O Deficit da Previdência

   Pessoal, agora precisamos discutir a Reforma da Previdência. Artigo escrito em 2000, que continua válido até hoje. O Deficit da Previdência está por trás de praticamente todos os problemas atuais da economia brasileira. Ele explica, por exemplo: A falta de infraestrutura. O baixo crescimento. A dependência em capitais e [Continua….]

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