Case Com Seu Terceiro Namorado/a

Não Perca Tempo Escolhendo Demais

Um livro que li há 30 anos sobre estatística e matemática que apresentava este conselho frio e calculista, mais ou menos assim: Case com o seu terceiro namorado/a e ponto final.

Embora este conselho pareça ridículo, do ponto de vista estatístico não é uma regra tão descabida assim.

Sua primeira namorada ou namorado, provavelmente foi escolhido/a de uma amostra de seres humanos, algo entre 20 e 50 amigos.

Ela ou ele é a/o melhor deste seu grupo de amigos, mas por ser uma amostra de um grupo pequeno, ela ou ele obviamente poderá não ser a melhor ou melhor que se tem no mundo como um todo.
Mas estatisticamente podemos dizer que o escolhido/a está bem acima da média dos homens e mulheres, algo em torno do 95% percentil.
 Agora, seu segundo namorado/a, se você de fato fez um upgrade e a sua lição de casa, deverá ser um pouco melhor do que o primeiro.
 Seu segundo namorado ou namorada agora é melhor do que 97% de tudo que você poderia ter.
Gráfico 2:
 

  

Faça isto mais uma vez, uma terceira namorada/o, e chegamos ao 99% percentil ou algo próximo disto.
Gráfico 3:
 

Você nunca poderá namorar todo mundo do mundo, antes de decidir, portanto o 100% ou 99,99% normalmente é uma meta impossível.

É neste grupo que se encontram a Cameron Diaz e George Clooney.

Portanto diz a teoria, case-se com sua terceira namorada. Não tem algo muito melhor dando sopa por aí.
Mas tem outra razão para esta regra.

A melhoria que você poderia almejar continuando a sua busca na quarta, quinta ou sexta namorada em prol pela mulher perfeita, não é uma melhora tão significante assim.

Depois da terceira escolha, as chances de você até piorar sua situação é grande, porque elas e eles não ficam dando sopa eternamente e seu universo poderá começar a diminuir à medida que todos forem se casando.

As chances de você ficar com nenhuma esposa ou marido são maiores do que continuar à sua procura.

Este é o atual problema de muitas mulheres de carreira que decidem se casar aos 34 anos. Elas acabam tendo a sensação de que os homens não são como antigamente, e não aceitam casar com alguém inferior a algum antigo namorado.

Não, os homens não estão se deteriorando, os melhores simplesmente estão se casando e saindo do mercado dos disponíveis.

Eu só estou escrevendo isto, porque muitos leitores do meu artigo “O Contrato de Casamento”, publicado na Veja, ficaram com a impressão que eu estava sugerindo casamento sem fazer muita escolha, e concentrar em melhorar o relacionamento.

Escolha sim, mas não exagere, o príncipe perfeito não existe, nem a princesa, e trabalhar no relacionamento é a saída correta, quanto antes melhor.

Concentre-se em melhorar o relacionamento com a pessoa que já está ao seu lado, do que gastar a mesma energia tentando achar alguém perfeito.

Estatisticamente dá na mesma.

(Lido por 1974 pessoas até agora)

46 Comments on Case Com Seu Terceiro Namorado/a

  1. A Minh terceira namorada eu comprei pela internet, toda em ciberskin,do jeitinho que eu queria, acho que vamos ser felizes para sempre,

  2. A falha grotesca dessa teoria é que, se ela leva em consideração apenas dados estatísticos, simplesmente esqueceu de considerar a acensão econômica, que inegavelmente aumenta a oferta de parceiros mais atraentes.

  3. Que interessante rsrs
    No meu caso, minha namorada e eu somos os terceiros, logo de acordo com a teoria, é o momento certo de se casar, o que iremos fazer ano que vem.

  4. Olha!!! Realmente, esta sua teoria não me captura não!!! Concordo com vc quando diz que temos que encontrar o/a namorado/a certa/o, entretanto, como diz Aristóletes: “Brigar é fácil, qualquer um pode fazer; mas brigar com a pessoa certa, no momento certo, pelo motivo certo, na medida certa e de maneira certa; não é fácil.” Troquemos Brigar por Casar…e então veremos que tudo complica um pouco mais.
    Obrigada, me deixar participar de seus esc ritos!!! Sucesso!

  5. A estatística pode estimar o “comportamento” de um grupo de indivíduos, mas quando se procura estimar o comportamento de um único indivíduo, a chance de acerto é muuuiiiito menor.
    Contudo, algumas regras que aprendi com meus erros, cito aqui.
    1 – só pense em casar quando estiver realmente bem consigo mesmo/a e souber o que espera de seu/sua parceiro/a: case com a pessoa certa pelos motivos certos e no momento certo; casamento cria mais problemas do que resolve, logo esteja bem consigo mesmo, para não resolver a sua vida com casamento.
    2 – as diferenças atraem, mas não prendem: isto meu pai me ensinou, pena que eu não quis aprender.
    3 – problema não resolvido, ou mesmo mal resolvido, só cresce e seu casamento … desaparece!
    Eu acredito em estatísticas, foi isto que eu estudei, mas elas por si só não explicam, apenas verificam e comprovam situações em condições geralmente estabelecidas. E tem algo mais inconstante do que o ser humano?

  6. Interessante….pode ser coincidência, mas casei com meu terceiro namorado e estamos juntos há 26 anos (mais 5 anos de namoro! Vou mandar esse link para alguns de meus contatos.

  7. Sou partidária da teoria do Nivan Gomes, mas … depois do Nésimo namorado, casamento, divórcio, +Nésimo namorado, gostaria de dizer para o Edivan (acima), que assim que as coisas piorarem, gostaria de conhece-lo !
    A experiëncia conta muito!!

  8. Gostei de ler os comentaários, assim como cada um tem o seu ponto de vista, tembém os relacionamentos, não há uma regra. Ja encontrei pessoas boas que queriam se casar comigo, mas simplesmente não as amei o suficiente para me casar com elas. Só sei de uma coisa: a maiorias das pessoas sao escravas das regras impostas pela sociedade e esquecem de ser feliz como gostariam. Em relação ao casamento, ainda que uma sociedade moderna, há uma cobrança muito grande, temos que nos casar dar netos para os nossos pais, ficou para titia e tal. Ningueúm para e analisa que muitos pessoas poderá nao ter sido feita para se casar. Vejo, devido essa imposição da sociedade muitas pessoas infelizes. Tenho 32 anos sou solteira com muito orgulho, sou muito cobrada mas nao dou ouvidos… quero me casar sim mas to esperando que Deus vai preparar uma pessoa para mim na hora certa. Como diz o provérbio o apressado come cru, é o que vejo muitos por nao esperar a hora.

  9. Este conselho tem, pelo menos, dois furos:
    1. A premissa de que o segundo namorado é sempre melhor que o primeiro e o terceiro é sempre melhor que o segundo.
    2. A ideia de que a qualidade do namorado é descrita por uma única variável

  10. A soma de dois números inteiros, iguais ou diferentes entre si, será sempre igual a um terceiro.
    Logo, Deus existe.

  11. Tudo se resume numa equação de oferta e demanda, num mercado de concorrência perfeita.
    “ninguem vai no açougue prá comprar pão.”

  12. tá dificil de achar namorado, isso sim!
    quase todo homem que seja interessante (a priori), já está comprometido
    há anos que não conheço um cara simpático, sem babaquice, que tenha um papo bonzinho… não é pedir muito, é?
    os solteiros não querem relacionamentos, só sabem avaliar se uma mulher é gostosa ou não… não se importam com mais nada! são grosseiros, machistas, limitados!
    as pessoas só gostam de ir pros lugares pra beijarem gente estranha… tenho horror de micareta e boite
    e como se não bastasse, tenho a impressão que tem muuuuuito mais mulher no mundo! eu estudo numa sala onde a maioria esmagadora é mulher, trabalho com umas seis mulheres e um único homem (comprometido, claro)

  13. Tanto faz casar com a 1ª, 2ª, 3ª, 4ª ou 567ª. Casamento é igual submarino… flutua, mas foi feito para afundar…

  14. Estou namorando pela terceira vez e de fato tenho tentado buscar algo que a pessoa não pode proporcionar. Todavia preciso me casar senão as coisas vão piorar. RSSSS

  15. Minha mãe dizia que uma amiga dela disse certa vez: “não casei com quem quis, mas casei com quem encontrei.” De tanto escolher uma pessoa certa, ela ficou com medo de ficar mo caritó. Então procurou a primeira pessoa que encontrou pra se casar.

  16. Muito bom artigo,
    Eu me casei com o terceiro namorado e não deu certo! Mas…pode ser que pra alguém dê certo. Rs,rs. Agora concordo plenamente quando ele diz que ao retardarmos o casamento vamos ficando exigentes e as opções diminuem.

  17. Excelente artigo,
    E também os vários comentários sobre ele. Teve gente que disse que a melhor coisa é ficar solteiro, gente que se casou realmente com a sua 3º namorada(o) e gente que não. Mulheres reclamando da dificuldade de se arrumar um bom partido, que até encontraram o cara certo, mas ele não queria nada relacionado a casamento.
    Eu sempre tive vontade de me casar, mas sempre quando as mulheres percebem que quero algo sério, elas evitam. Uai…achei que o problema era em encontrar homens sérios que quisessem casar!rs. Enfim, cada um com seu cada um, o que me resta agora é torcer pra que eu seja o 3º de alguma, pois a minha 3º ja passou!rs
    Ou aderir a uma interessante frase que vi no msn esses dias: “Quem tem azar e azarado, e quem tem sorte é sorteiro!”.
    Abraços!

  18. Não sabia desse livro, muito menos sabia que existia estatística para nomarar e casar, mas comigo foi assim, casei com terceira namorada. Mas não foi por pensar que não poderia achar outra pessoa melhor, foi algo que aconteceu que está muito além de matemática. Tem mais haver com “química”.

  19. Prezados,
    Toda regra tem exceção e essa exceção é que muitas vezes chamam a atenção por ser diferente, novo, polêmico e etc. Os melhores e piores do mundo são famosos por não seguirem regras, por serem exceções.
    A estatística pretende mostrar como os inúmeros casos, inclusive as exceções se comportam em regras gerais, isso quer dizer que o artigo não é uma regra, ele apenas apresenta o que acontece na maioria dos casos.
    E quando ele fala em namorado/a, é quando o relacionamento é sério e duradouro não uma noitada qualquer e quando você analisa isso no seu meio social percebe que a média de namorados/as que as pessoas têm é realmente 3. Se você não se enquadra nessa regra não será feliz no relacionamento? Não, você é um dos extremos nessa análise, apenas isso.
    Todo gestor ao analisar números e bases estatísticas procura compreender o todo e não o individual. Entendendo a média você saberá compreender a sua situação atual diante do todo e procurar tomar decisões com base nisso. Se estou no 6º relacionamento, de acordo com a média, preciso procurar algo duradouro, se estou no 1º, posso ficar tranqüilo se ele não der certo, mas independente do nº de relacionamentos que você teve, nada disso impedirá de ser feliz em seu próximo, você utilizará seu historio, com a análise do mercado para tomar decisão e saber se portar.
    Se você estiver em seu 6º relacionamento você é um extremo na estatística e isso não impedirá de encontrar um bom relacionamento e ser feliz, se for o seu 1º não quer dizer que ele acabará, por ser o outro extremo. Cada um é responsável pelas escolhas que faz, se continua ou não um relacionamento, mas a média disso é 3.
    Para os que não compreenderam a mensagem do artigo lembrem-se, relacionamento é humanas e não exatas. Se você que ler e achar se funciona ao pé da letra, case-se com uma calculadora.
    Toda estratégia de gestão ao ser adotada, questionam-se “vai funcionar” e a resposta sempre é “depende”. Tudo é relativo.
    Parabéns Kanitz, como sempre ótimos artigos.

  20. A pergunta é: se eu nao for a terceira namorada do meu meu terceiro namorado? Ai acaba com toda a teoria….

  21. Hora e lugar certos…
    O ser humano está longe de permitir tabulações. E os relacionamentos, sejam amorosos, sociais, ou profisisonais nunca seguirão regras.
    A grande dificuldade é essa: alguém pode estar com a sua cara metade em um momento adverso, e o casamento não acontecer. Por outro lado, quando se quer uma família, muitas vezes a pessoa ao lado pode não ser a escolha ideal. Mas arrisca-se…
    E na medida que a idade vai passando (principalmente para as mulheres) as opções são cada vez mais escassas.
    Assim é a vida!

  22. Quais serão os melhores artigos escritos pelo Kanitz? Como mensurar?
    Se medirmos pela reação do público, esse é dos melhores! Em tão pouco tempo – quanta gente querendo comentar a respeito!

  23. Li todos os comentários e vi que estatisticamente a opção que eles mais recomendaram foi a 3a. namorada. Parece que a estatistica funciona, inclusive temos que lembrar que o 3o é a média, ou seja, pode ter gente com 1, 2, 3, 4, 5… Ao menos com os mais velhos, acho que é o 3o. mesmo. A minha é. Agora com esta moçada de hoje que só quer saber de ficar, sei lá. Deve dar na media a 15a.. acho. Acho que a analise depende muito de cada perfil. Agora uma coisa é certa. Se voce não se esforçar todo o dia para se desenvolver e melhorar e também não tentar cair na rotina, a coisa não dá certo não. Abraços

  24. Sem nenhum fundamento.
    Hipóteses toscas, afinal a escolha certa de 95%, 97% e depois 99% é subjetiva. Quem é a escolha certa pra uns, pode não ser pra outros.
    “os melhores simplesmente estão se casando e saindo do mercado dos disponíveis”?
    Sei não viu? pensamento bem limitadinho esse.
    O que é ser melhor que alguém? Na visão de quem?

  25. Apesar de vários leitores haverem feito comentários negativos a respeito deste artigo, eu o vejo com bons olhos, reconhecendo que o comentário do Fabricio Davi, dizendo que há mais fundamento estatístico que prático nesta teoria seja o mais coerente.
    No meu caso, embora tenha “ficado” com muitas garotas, acebei de me casar há 13 dias com minha 3ª namorada. Dizer que estou muito feliz será irrelevante por ter me casado há menos de 2 semanas, mas passamos 7 anos namorando, portanto, creio que isso pode sim ser levado em consideração.
    Recomendo que todos leiam o artigo “o contrato de casamento”, é excelente, tenho usado com meus alunos e outras pessoas por aí, pois embora saiba que amor não é lógica, e bem tenha dito Pascal “o amor tem razões que a própria razão desconhece”, escolher uma pessoa sem levar em conta alguma coisa que tenha lógica não é a melhor coisa a se fazer.
    Parabéns Kanitz, entendi o artigo não como uma regra a ser seguida com os olhos fechados, mas um parâmetro coerente que assim como toda regra, tem suas exceções.

  26. E se eu for o primeiro namorado da minha terceira namorada? E quem é que escolhe a melhor opção entre os demais hoje em dia, o homem ou a mulher?

  27. Ora, ora casei com o terceiro mas isso é apenas uma coincidencia, ele também não é o que reuniu mais qualidades, apenas estava na hora e lugar certos e me satisfez, se pudessemos escrever uma fórmula para o ser humano a economia, por exemplo, seria uma ciência exata,rsrsrsr!!!

  28. Eu estou na minha terceira namorada, sinto vontade de casar com ela, porém esbarro no fato de ser o primeiro namorado dela … gostaria muito de ser o terceiro namorado dela, pois acredito que nem homem nem mulher deva casa com o primeiro namorada. creio que só depois do terceiro a gente pode ter certeza para fazer uma escolha certa !

  29. Eu não casei com o terceiro. Não escolhi e não fui escolhida. Logo, sou solteirona, sem filhos
    Mas acho que o terceiro era o melhorzinho mesmo do ponto de vista restrito a casamento.
    Ele casou e me disseram que vai bem.
    Quanto a mim, nem sei em qual número estou porque o terceiro foi a mais de dez anos. Eu não estava contando. Acho que já peguei uns melhores que o terceiro, talvez um ou dois, mas o terceiro queria casar e os outros não.
    Mas enfim, sempre se pode não casar, embora também seja um saco porque tudo é montado para casais e para filhos. É complicado ser solteiro, embora eu não possa dizer que seja ruim. Só acho socialmente difícil. Mas acho este conselho muito bom para os homens, que geralmente são quem propõe o casamento. Ou não? Porque acho que, se você escolheu o casamento como caminho, não dá para ficar enrolando mesmo. Um relacionamento precisa de tempo e o tempo acaba. Não dá para ter longos relacionamentos depois dos 80, por exemplo, porque você morre antes.

  30. Quer dizer, então, que matematicamente a questão mais importante não é o número de tentativas, mas o esforço em melhorar o relacionamento no dia-a-dia. Parece, afinal, que poderia ser apemas uma, se houvesse o entendimento de que constituir uma família é mais que um contrato, como alguém já citou, mas a construção de algo que possa caminhar por gerações. Não é à toa que quando os votos nupciais surgiram, há muito tempo atrás, alguém pensou em dizer “até que a morte nos separe”. Essa frase tem um impacto muito grande, não é?
    Segundo dados do IBGE, a maior dificuldade parece ser a do homem, em manter sua palavra, pois são o maior motivo dos divórcios. Será que estamos vivendo uma crise do homem em sua hombridade e paternidade?

  31. Lendo o texto fui levado a reagir como todos. Quantas foram minhas namoradas? Alguém disse nos comentários que ‘namorada’ mesmo depende do tempo que durou ou de como foi o relacionamento. Para mim no entanto, namorada no meu tempo, era aquela que era apresentada para a familia e ela por sua vez nos convidava para almoçar com os pais num domingo especial. Nem é tanto tempo assim. Estou falando de 1978. Portanto, me casei com a terceira namorada de fato. Lembro-me bem. Apenas três foram consideradas como tal. Já hoje… depois que inventaram o tal do ‘ficar’ as coisas tomaram outro rumo. Para mim faz todo sentido a tal teoria. E há 30 anos esta fazendo todo o sentido do mundo. Parece que foi ontem!

  32. Muito interessante o artigo.
    Sinceramente não tenho como fazer a conta se casei com a terceira, quarta ou quinta namorada. Depende do grau de importancia e tempo de cada namoro. O fato é que eu casaria hoje, 15 anos depois, de novo, com a minha esposa.
    Acho que uma coisa ficou nas entrelinhas do texto. A hipótese de que cada novo relacionamento será melhor que o anterior. Isto pode não ser fato. Entretanto, é certo que na medida que amadurecemos, e desejamos constituir uma família, o momento acaba sendo mais decisivo para a escolha do que propriamente o “par”.
    Se a hora coincidir com a pessoa ideal, está trilhado o caminho para a felicidade.
    Abs
    PS: lembrando que, no meu entender, o casamento só começa de verdade depois do nascimento de filhos. (cônjuges se separam, pai e mãe são para sempre). Até então, qualquer compromisso formal é apenas uma relação registrada em cartório que pode ser desfeita sem grandes vínculos. Então podemos acreditar que (por dedução) uma pessoa possa sim ser melhor sucedida em uma segunda ou terceira tentativa.

  33. Concordo que os homens não estão se deteriorando, mas discordo absolutamente que os que são “melhores” que estão se casando e saindo do meracado….; Afinal, porquê não escreve algo sobre esses “melhores”? quem são? O que fazem, como são e onde estão? O que vejo por aí, são homens que se acham os tais e que quando casam, escolhem mulheres fisicamente consideradas bonitas em seu grupo social à aquelas com 34 anos bem-resolvidas e preparadas para um relacionamento amoroso.

  34. Excelente artigo, como sempre. Casei-me com o terceiro namorado. Daí a gente se separou por um tempo – ficamos 5 anos longe um do outro (em termos, pois ainda nos considerávamos a melhor companhia para sair!), e…. nos casamos novamente. Conclusão: não adianta querer escapar do terceiro namorado!

  35. Vou casar com a segunda namorada, após nós dois termos sido casados com terceiros e sei que foi minha melhor escolha. Acho que podemos abreviar uma tentativa!

  36. Como já dizia minha mãe, “quem escolhe muito é escolhido”.
    Excelente o artigo.

  37. Nãe esqueçam senhores: “O casamento acaba junto com a lua de mel”. Nelson Rogrigues.

  38. Sr. Kanitz
    Pode ser que haja fundamento estatístico nessa teoria, mas não consigo acreditar que haja fundamento prático. Relacionamentos não podem ser considerados ciência exata

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