Até o ano 2000, entre 40 a 60% das emissões de gases CO2 era devido ao simples crescimento populacional, o restante devido ao crescimento da renda.
Werner Haug, diretor da UN Population Fund, comenta estudo onde mostra que com a queda no crescimento populacional, ela representa agora somente 12% das emissões de carbono.
Divórcios de famílias, que nos Estados Unidos chega a 50%, é uma causa muito mais grave de emissões devido a duplicação de lares para manter uma única família.
Hoje um divórcio gera mais efeito estufa do que um nascimento. Isto é uma boa notícia para os defensores dos elos familiares.
Até recentemente, a defesa da família vinha de segmentos como Igreja Católica, ongs como Tradição, Família e Propriedade, que honestamente as vezes atrapalhavam mais do que ajudavam.
Como todo separado sabe, o divórcio requer uma renda bem acima da média, normalmente arcada pelo marido, que subitamente empobrece. Com o aumento da renda, aumenta o divórcio, e diminui a felicidade do homem, que não faz os cálculos corretos na hora.
Depois reclama que trocou de mulher e somente trocou de defeitos. Além de empobrecer, aumentar as emissões de carbono e o aquecimento global.
Pense nisto na hora de se separar. Você agora terá milhares de ecologistas te criticando, além da família que você abandonou.
Ter ecologistas, ambientalistas e ativistas defendendo a manuteção dos elos famiiares por razões do futuro do planeta será muito importante. É o movimento mais intenso e crescente no planeta.
