Chamou atenção a declaração de Hugo Chávez, que não entendia porque Lula não poderia se recandidatar para um terceiro turno, se a própria democracia lhe dava 80% de índice de aceitação.
Se democracia é nosso modelo, por que um governo com 70% de popularidade não pode continuar até perder a sua popularidade e ser substituído por alguém melhor?
Por que o povo, depois de tantos sofrimentos com governo medíocres, não pode continuar com um presidente que finalmente preenche os seus anseios? Não estou defendendo um terceiro mandato, só estou usando a lógica da própria democracia.
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Até o ano 2000, entre 40 a 60% das emissões de gases CO2 era devido ao simples crescimento populacional, o restante devido ao crescimento da renda.
Werner Haug, diretor da UN Population Fund, comenta estudo onde mostra que com a queda no crescimento populacional, ela representa agora somente 12% das emissões de carbono.
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Um dos primeiros atos de governo da maioria dos Presidentes latino americanos consiste em nomear a primeira dama para a área social. Foi assim com Perón, Collor, FHC e um sem número de líderes eleitos.
É uma tradição que se não fosse seguida, traria muito constrangimento à primeira dama que precisa, segundo a opinião pública, ter algo para fazer. Todas trabalham de graça, voluntariamente, sem recursos oficiais, sem poder de fato, uma injustiça e tanto. Estas primeiras damas fizeram milagres diante das circunstâncias.
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A Revista Economist, tendo ignorado tudo o que o Brasil vem fazendo nos últimos dez anos em termos de administração, modernização de n
ossas empresas, de termos criado sistemas administrativos just-in-time e ajustado a inflação - coisa que os contadores ingleses até hoje não sabem fazer, de termos treinado nos últimos 10 anos mais de 2 milhões de administradores profissionais, de termos criado mais de 20 empresas de classe internacional, agora fica surpresa que o Brasil "finalmente", decolou.
Ninguém decola sem ter caminhado os primeiros 1.000 metros da pista, acelerando continuadamente até o "take off". Perceber que o avião levantou vôo é muito fácil, por que não noticiaram 10 anos atrás quando começamos meticulosamente a nossa decolagem? Criar 2000 Faculdades de Administração, não depende de sorte nem de "incentivos", mas de uma nova visão de como se organiza o mundo e a economia.
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Em 1986 fui trabalhar no Governo Sarney, para tentar resolver a questão da Dívida Externa.
Resumidamente, os Ministros das Finanças da era militar haviam assinado vultosas dívidas externas com juros nominais, indeterminados, que “flutuavam” após a assinatura do contrato, a taxa LIBOR, que não é pré-determinada.
Onde deveria aparecer "O Brasil deverá pagar uma taxa pré-determinada, como 4% ou 5%", aparecia 5 letras "O Brasil deverá pagar a taxa LIBOR da época, qualquer que ela seja".
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Em 2002, 40% da Dívida Interna era em Dólar e não em Real. Era a política da âncora cambial, iniciada em 1994.
Dívida interna deveria ser sempre em real, reza a boa administração financeira e o bom senso, a não ser se sua empresa é uma exportadora, o que governos não são.
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